Publicado novo benchmarking de fábricas de celulose e papel

A Bachmann & Associados, em parceria com a Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel ABTCP, acaba de distribuir o relatório “Benchmarking das Fábricas de Celulose e Papel 2009”, que está em sua 4ª edição. O trabalho compara os resultados de 29 indicadores, padronizados em conjunto com as comissões técnicas da ABTCP, para oferecer à indústria de celulose e papel um retrato do ambiente competitivo.

O estudo foi realizado com a colaboração de 28 empresas fabricantes de celulose e papel e abrangeu 22 linhas de fibras, de 17 fábricas de celulose e 55 máquinas de papel de 31 fábricas. A produção das empresas representadas no estudo totalizou quase 10 milhões de toneladas de celulose, o que corresponde a 73,5% da produção nacional no período.

Os resultados publicados servem de referência para identificar pontos fortes e oportunidades para melhoria, contribuindo para uma gestão baseada em fatos e dados e oferece uma visão dinâmica da atividade industrial do setor.

A divulgação de parâmetros de excelência é uma forma de incentivar as empresas a buscarem as melhores práticas do setor, contribuindo para o aumento da competitividade e da rentabilidade.

O relatório foi distribuído gratuitamente às empresas participantes. Outras organizações povem solicitar cópias à ABTCP (Sra. Viviane  11 3874-2709 viviane@abtcp.org.br)

Engajamento traz resultados

Pesquisa realizada nos Estados Unidos cobrindo 24 empresas com ações e mais de 250.000 empregados conduzida ao longo de cinco anos descobriu que o preço das ações das 112 empresas com os empregados de moral mais elevada aumentaram em média 19,4% enquanto as outras empresas na mesma indústria aumentaram apenas 8% – uma diferença de margem de 240% (Sirota survey intelligence 2006).

Um estudo da Watson Wyatt com 115 empresas (2006 a 2008) garante que uma companhia com os empregados altamente engajados tipicamente alcança um desempenho financeiro quatro vezes maior que as empresas com empregados de menos atitude. Adicionalmente, maior compromisso com a organização e com o trabalho, afetados significativamente pela nível de engajamento, também leva a redução do absenteísmo e da rotatividade.

Pesquisa realizada pela Tower Perrin (2005) com mais de 68.000 empregados trabalhando para grandes e médias organizações de 18 diferentes países em quatro continentes, concluiu que empresas com empregados com elevado nível de engajamento também experimentaram uma maior margem nas operações – até 19%, enquanto a margem de lucro liquido, crescimento do retorno e ganhos por ação foram até 28% maiores que nas companhias com empregados com baixo engajamento.

Fonte: Pulp & Paper International. Where can we find a new competitive edge?. June. 2010. Pg. 23.