Medindo o desempenho de máquinas

Os fatores que influenciam a eficiência das máquinas podem ser divididos em técnicos e operacionais.

Fatores técnicos incluem a velocidade de operação, manutenção e aspectos relacionados à instalação.

Fatores operacionais incluem as características do operador (habilidade, agilidade, etc.), o suprimento de matéria-prima, interferências de outras máquinas e as características do produto [1].

Assim, a medida do desempenho de uma máquina deve ocorrer em diversos níveis. Na primeira abordagem, avalia-se a performance geral. Na etapa seguinte, monitora-se as eficiências técnica e operacional.

Posteriormente, estratifica-se a mensuração de modo a entender cada um dos fatores que influenciam negativamente as eficiências técnica e operacional.

Esta abordagem, que vai do geral para o específico, evita o desperdício de recursos, pois concentra a atenção nos fatores que estão contribuindo de forma mais efetiva para as perdas de desempenho.

Por exemplo, uma máquina de papel que fabrica vários tipos de produto tem maior influência de fatores operacionais que outra que produz um único tipo de papel. Logo, as medidas das eficiências técnica e operacional possivelmente irão conduzir o trabalho de acompanhamento para um maior detalhamento dos aspectos operacionais, onde o benefício dos esforços para otimização serão mais relevantes.

Referência:

[1] – Harding, H. A. Administração da Produção. São Paulo. Editora Atlas. 1981 .pg. 96.

3º Benchmarking Paranaense de RH

A Bachmann & Associados está iniciando a coleta de dados para a 3ª edição do Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos, realizado anualmente em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-PR) e com o Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul (ISAE/FGV).

As empresas participantes recebem, gratuitamente, cópia do relatório do levantamento com um comparativo dos principais indicadores de recursos humanos (rotatividade, absenteísmo, etc.).

Todas as informações são apresentadas de forma agrupada ou codificada, para preservar o sigilo de cada organização participante.
Saiba mais em www.bachmann.com.br/website/indicadores_rh.htm.

Para que sua empresa seja incluída no estudo, basta enviar um e-mail para indicadoresrh@bachmann.com.br ou ligar para o telefone (41) 3324-5336.

Nota: Este trabalho é exclusivo para as empresas instaladas no Paraná

RH é prioridade para as empresas

A pesquisa “As PMEs que mais crescem no Brasil”, feita pela Deloitte e Exame PME entre maio e junho de 2009, mostrou que 82% das empresas consultadas usam algum tipo de métrica para avaliar o desempenho de suas atividades. Nesse ambiente, a pesquisa deste ano trouxe boas perspectivas para a gestão de recursos humanos. Ela ganhou espaço e vem logo atrás do controle de custos como a principal prioridade das empresas de pequeno e médio portes no quesito “busca de eficiência”.

Fonte: Revista Mundo Corporativo. N° 26, out/dez 2009, publicada pela Deloitte.

Índice de Retenção 90 dias

O objetivo do Índice de Retenção é avaliar a adaptação entre as pessoas recém admitidas e a organização. A melhora na retenção provoca vários efeitos, como:

• Redução nos custos de recrutamento

• Redução nos custos de treinamento

• Menor tempo requerido de supervisão

Por sua vez, valores baixos podem indicar problemas no processo de seleção ou no clima organizacional.

O resultado do 2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos (dados de 2009) mostrou resultados preocupantes. Aproximadamente 80% das organizações de serviço e 60% das empresas industriais apresentaram retenção inferior a 95% nos primeiros 90 dias da contratação.

Qual seria uma meta de excelência para a Retenção 90 dias? Dê sua opinião.

Fonte: Bachmann & Associados, ABRH-PR, ISAE/FGV. Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos: Dados de 2009. Curitiba. 2010.