Indicadores. Por que mudar?

Devido a mudança da estratégia ou pela simples mudança da conjuntura, determinadas operações ou processos podem ter seus indicadores mudados. Por exemplo, um levantamento feito por distribuidores da Caterpillar [1] junto a frotistas de equipamentos constatou que, para os usuários das máquinas, a prioridade mudou de “Produtividade” para “Custo por tonelada”. Assim, a escolha, ou ao menos a ponderação, dos indicadores usados na gestão também têm que mudar. Você tem outro exemplo para compartilhar?

Referência:

1 – Minérios & Minerales. Set/out 2009. Pg. 35

Médias versus extremos

O uso da média, ou ainda melhor, da mediana nas análises tem a vantagem de eliminar o efeito de números extremos que, geralmente, estão associados às excepcionalidades ou mesmo a erros. Entretanto, há casos em que os valores extremos podem ser mais úteis e relevantes para a gestão, como demonstra o depoimento de Guilherme Lessa, Diretor de TI do Banco Matone*:

“Antes a equipe de TI só considerava a média das notas que recebia dos usuários; hoje, considera os extremos. Se alguma nota está abaixo de seis ou sete, significa que a TI está fazendo algo errado, então alguém liga para a pessoa que deu a nota abaixo da média para descobrir o que aconteceu”.

* – Revista Informática Hoje. Nº 629. 2010, p. 7.