Uma medida da felicidade

Na gestão dos recursos humanos, é conveniente saber que a geração de expectativas influencia significativamente o clima organizacional. Não podemos, com facilidade, oferecer muitos benefícios, mas podemos gerenciar a criação de expectativas não realistas por meio de uma comunicação transparente e honesta. Isto pode ser melhor compreendido por meio da “equação da felicidade”, apresentada por Chip Conley [1] .  Ele explica que a felicidade é maior quando as pessoas “desejam aquilo que têm” e menor quando as pessoas buscam “ter aquilo que desejam”. Assim:

Felicidade = Desejar o que tem

.                    Ter o que deseja

[1] – Ver www.ted.com/talks/podtv/id/889.

Relatórios de sustentabilidade

Além de atender as necessidades de informação das partes interessadas externas, os relatórios de sustentabilidade contribuem para obter melhorias operacionais, reforçar o compromisso com as responsabilidades sociais, éticas e legais, além de melhorar a imagem corporativa. Por isso, mais de 3.000 empresas em todo o mundo, incluindo mais de 30% das Fortune Global 500 publicam este relatório. O Brasil é o líder em publicações na América Latina, com mais de 60 relatórios anuais de sustentabilidade.

Face a importância deste tipo de documento, a Global Reporting Iniciative (GRI) estabeleceu um conjunto de diretrizes para a redação dos relatórios de sustentabilidade.

Na seleção dos indicadores de desempenho mais relevantes para publicação nos relatórios de sustentabilidade devem ser considerados os princípios: materialidade, inclusão dos stakeholders, contexto da sustentabilidade e completude.