Comparações perigosas

Shaker Heights, em um inspirado artigo [1], exemplifica um mau uso para o benchmarking citando a publicação em uma revista de recursos humanos do benchmark, informado por uma empresa de consultoria, de um profissional de RH para cada 85 empregados. Como resultado, muitas empresas passaram a comparar sua relação com a publicada e, em vários casos, a fazer cortes para se ajustar, ignorando outros aspectos como a abrangência das atividades executadas pela área de RH (são as mesmas?) e os resultados obtidos (são melhores?).

Benchmarking, portanto, não é, nas palavras de Heights, apenas um jogo de números. Os números podem ser um ponto de partida, para identificar bons resultados e potenciais fontes de informação para a melhoria dos processos e dos resultados, mas benchmarks são apenas referências que devem ser usadas com discernimento.

Referência:

1 – Heights, Shaker. Benchmarking: More Than a Numbers Game! Disponível em: http://www.thebenchmarkpartners.com/art.htm Acesso em 16 nov. 2013.

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