Como calcular seu próprio Custo da Rotatividade

Para ajudar você a quantificar esse custo em tua organização, sugerimos uma fórmula simples: o custo da rotatividade dos empregados é igual ao número de desligamentos multiplicado pelo custo médio desses desligamentos.

O número de desligamentos corresponde ao número de empregados multiplicado pela rotatividade anual, expressa como percentual.

Embora não possamos capturar todas as despesas, ou mesmo alguns dos grandes custos intangíveis, como o impacto no moral dos funcionários, podemos ter uma boa referência analisando quatro grandes blocos:

1. Custo de recrutamento, seleção e contratação

2. Custo de integração e treinamento

3. Custo de aprendizagem e desenvolvimento

4. Custo do tempo com a posição não preenchida

Em empresas com processos bem estruturados e padronizados, as perdas com a substituição das pessoas é menor, pois há menor dependência dos conhecimentos do indivíduo.

Também vale destacar que uma baixa rotatividade obtida por manter empregados que não são os melhores em suas posições também tem um custo para a organização. Daí que metas mais rigorosas para a Rotatividade Voluntária podem ser melhores do que as impostas para a Rotatividade Geral, que inclui também os desligamentos forçados (por iniciativa da empresa).

Os custos da má informação

Cost

Na era da informação, em que colher dados e gerar gráficos se tornou muito barato, cabem algumas questões para os dirigentes das organizações:

  • Quanto tempo é perdido procurando informação necessária em uma grande quantidade de informação irrelevante?
  • Quanto tempo é desperdiçado gerando relatórios que ninguém lê?
  • Quanta decisão errada é tomada porque gerentes e diretoria são distraídos por informações supérfluas e inúteis?

A verdade é que é fácil identificar os custos para melhorar o sistema de informações da organização, mas o desperdício resultante das questões levantadas já faz parte dos processos e da cultura da empresa e são consideradas normais. Portanto, não chamam a atenção nem são objeto de maiores cuidados. Entretanto, tais custos da má informação são significativos e podem representar uma desvantagem competitiva.

Nota: Este texto foi inspirado em artigo de Christer Idhammar publicado na Pulp & Paper International. Set/2014 p. 10.

Os custos da má informação

custo

Na era da informação, em que colher dados e gerar gráficos se tornou muito barato, cabem algumas questões para os dirigentes das organizações:

  • Quanto tempo é perdido procurando informação necessária em uma grande quantidade de informação irrelevante?
  • Quanto tempo é desperdiçado gerando relatórios que ninguém lê?
  • Quanta decisão errada é tomada porque gerentes e diretoria são distraídos por informações supérfluas e inúteis?

A verdade é que é fácil identificar os custos para melhorar o sistema de informações da organização, mas o desperdício resultante das questões levantadas já faz parte dos processos e da cultura da empresa e são consideradas normais. Portanto, não chamam a atenção nem são objeto de maiores cuidados. Mas, tais custos da má informação são significativos e podem representar uma desvantagem competitiva.

Este texto foi inspirado em artigo de Christer Idhammar publicado no Pulp & Paper International de set/2014 p. 10.