O livro “Boas Práticas de RH” já está disponível (Pré-lançamento)

Capa do livro "Boas práticas de RH", com um sol dourado ilumionando a praia.

O livro Boas Práticas de RH: O que eles fizeram e deu certo é uma coletânea de experiências de sucesso que tiveram impacto positivo nos resultados da gestão de recursos humanos. Resume soluções e estratégias que foram adotadas pelos mais diversos tipos de organizações e reconhecidas por terem contribuído para melhorar, de forma mensurável, o desempenho das pessoas, da área de gestão das pessoas ou do negócio.

As práticas estão agrupadas conforme o indicador de resultados mais influenciado, facilitando encontrar ideias aplicáveis às situações específicas de interesse do leitor.

Uma coisa legal é que você não precisa ler de ponta a ponta. Pode escolher o indicador ou tema que te interessa melhorar agora e Ir direto ao capítulo correspondente.

O livro, nas versões eletrônica e impressa, pode ser adquirido na Amazon www.amazon.com.br/dp/B07L416T25

O autor

Dórian L. Bachmann é engenheiro químico e ocupou diversos cargos técnicos e gerenciais. Trabalhou na IBM, na URBS e na Petrobras, antes de fundar a Bachmann & Associados, consultoria especializada em indicadores de desempenho e benchmarking. É coordenador do Benchmarking de Indicadores de RH, feito em parceria com a ABRH há 10 anos. LinkedIn: linkedin.com/in/bachmann

The Insights Revolution: Questioning everything – Comentários sobre o livro

Capa do livro "The Insights Revolution: Questioning everything".

O autor, Andrew Grenville, da Maru/Matchbox – empresa de pesquisas de mercado baseada em Toronto, Canadá – é um profissional experiente. No livro, recém-lançado, ele enfatiza que a indústria de pesquisas, como conhecemos, está condenada. Mas, aponta direções e talvez a mais importante seja deixar de responder perguntas para se aprofundar nas questões que podem beneficiar o negócio oferecendo insights. Ele afirma que, para isso, os profissionais do segmento terão de mudar, tornando-se mais generalistas.

Entre os questionamentos que faz, destaco dois:

  • Muitas pesquisas são feitas com amostras não representativas ou pouco confiáveis.
  • Quando perguntamos às pessoas o que é importante, obtemos respostas socialmente aceitáveis. O que não se consegue é que respondam o que realmente fazem e como realmente decidem. Recebemos informações enganosas porque as pessoas estão sempre prontas para dar respostas plausíveis às perguntas – mesmo que não saibam a resposta.

E aponta direções, como:

  • Uma forma de simplificar as pesquisas é ter clareza sobre o quê se deseja saber. Parece óbvio, mas frequentemente não acontece.
  • Usar escalas mais simples, como a binária, ao invés de escalas com muitas opções.

O conteúdo é enriquecido com muitas entrevistas de especialistas de grandes e conhecidas empresas, com bons argumentos,  resultantes da vasta experiência profissional do autor.

Dica: Insight – um claro, profundo e algumas vezes repentino entendimento de um problema ou situação complicado. The Cambridge Dictionary.

O livro

Grenville, Andrew. The Insights Revolution: Questioning everything. Maru/Matchbox. Disponível em https://www.theinsightsrevolution.com.

Livro “The Enemy of Engagement”

Capa do livro "The Enemy of Engagement".

O livro “The Enemy of Engagement” (A Inimiga do Engajamento) destaca os principais motivos da frustração e oferece ideias para enfrentá-los. As três principais fontes de frustração são:

  • Comunicação sobre metas e desempenhos insatisfatória: Cerca de um terço dos empregados indica que seus gestores não comunicam as metas e os objetivos de modo eficiente.
  • Restrição de recursos: Um terço dos empregados relata que não têm recursos e informações de que precisam para realizar bem o seu trabalho. Mais da metade dos empregados expressam preocupações sobre níveis de pessoal inadequados em suas áreas de trabalho.
  • Autoridade pouco clara: Trinta por cento dos empregados indicam que eles não possuem autoridade suficiente para desenvolver seu trabalho eficientemente, e mais de 40 por cento acham que o potencial de consequências adversas os desencoraja a levar iniciativas adiante ou tomar decisões.

Serviço: The Enemy of Engagement está disponível para compra no site do Hay Group: www.haygroup.com/ww/enemyofengagement

Fonte: www.businesswire.com/news/home/20111011005156/pt   Acesso em 29.06.12.

O Segredo de Luíza – Crítica do livro

Escrito por Fernando Dolabela, um prolífico autor de livros, do software MakeMoney – voltado a empreendedores – e criador da metodologia Oficina do Empreendedor. Portanto, profundo conhecedor das dificuldades enfrentadas por aqueles que ousam empreender no Brasil.

Embora antigo, o livro é de 2008, é uma leitura agradável que mistura ficção e conhecimentos práticos. O autor não é um Machado de Assis, mas a história é bem contada.

De forma romanceada, enquanto descreve as aventuras e desventuras de Luiza – uma moça do interior de Minas – o autor apresenta as etapas de criação de uma pequena empresa, ao mesmo tempo em que mostra as mudanças por que passam as pessoas nessa jornada empreendedora. Em paralelo, são apresentados os aspectos importantes que devem ser observados antes e durante a criação da empresa. Tudo exemplificado com tabelas e suportado por ferramentas clássicas de gestão de pequenos negócios.

Alguns tópicos apresentados:

  • Incubadora de empresas.
  • Empreendedorismo feminino.
  • Plano de Negócios.
  • Fluxo de caixa.
  • Pesquisa de mercado.
  • Vida pessoal versus empresarial.
  • Escolha do sócio.

É uma leitura agradável e interessante.

Livro: Dolabela, Fernando. O Segredo de Luíza. Sextante. Rio de Janeiro. 2008.

The Signal and the Noise – Resumo do livro

The signal and the Noise

Fazendo uso de exemplos fundamentados na política norte-americana, nos jogos de baseball, em projeções econômicas e na probabilidade de ocorrências de terremotos, o autor apresenta os aspectos mais importantes no trabalho de previsão de resultados.

Enquanto as eleições americanas são tema de conhecimento comum, as muitas considerações sobre beisebol – esporte pouco conhecido entre nós – podem ser enfadonhas; o capítulo sobre a bolha do pôquer foi, ao menos para mim, intragável.

Ainda assim, para os curiosos sobre o tema da análise e interpretação de dados, é um livro instigante e interessante. Mas, o foco do autor está nas muitas histórias interessantes e pouco contribui com ferramental para separar os sinais dos ruídos, como por exemplo o Controle Estatístico de Processos CEP, ferramenta apenas citada no texto.

Algumas observações selecionadas:

A verdadeira era da informação começou em 1440, com a invenção da imprensa por Johannes Guttemberg. Antes, uma página de livro manuscrito custava cerca de 20 dólares, limitando o acesso ao conhecimento.

É importante lembrar que os modelos são simplificações da realidade e devem ser usados com cuidado.

Um sinal é uma indicação de uma verdade subjacente por trás de uma estatística ou problema preditivo, enquanto ruídos são padrões aleatórios que podem facilmente ser confundidos com sinais. O sinal é a verdade. O ruído é o que nos distrai da verdade.

O objetivo de qualquer modelo de predição é capturar tantos sinais quanto possível e tão poucos ruídos quanto puder. Armstrong argumenta que “quanto mais complexo o modelo, piores são as previsões”. É uma frase bonita que faria sucesso nas redes sociais, mas que deve ser encarada com algum ressalva.

Na estatística, a confusão de tomar ruídos como sinais é denominada overfitting. Modelos puramente estatísticos, com grande número de variáveis e uma pequena quantidade de eventos para sua validação, geralmente levam ao risco de overfitting. Esse risco é consideravelmente menor quando se usa modelos físicos de causa e efeito.

Segundo o autor, o caminho para maior objetividade é reconhecer a influência que nossas premissas têm em nossas previsões.

A estatística tem sido parte dos esportes desde há muito tempo. O primeiro conjunto de informações – com cinco informações sobre cada jogador – foi publicado em jornal por Henry Chadwick em 1859.

Nosso instinto é categorizar as informações, geralmente em um pequeno número de categorias, pois isso facilita o entendimento.

A inspeção visual de um gráfico que mostra a interação entre duas variáveis geralmente é um caminho mais rápido e confiável para identificar outliers nos dados do que um teste estatístico.

Predizer o passado é um oximoro e obviamente não pode ser contado entre os sucessos.

A estatística é uma das habilidades fundamentais necessárias à ciência dos dados.

Uma previsão científica exige um resultado probabilístico, ou seja, nas previsões é importante informar também a incerteza. Coisa comum nas pesquisas eleitorais, porém rara nos resultados de outras previsões. Laplace via a probabilidade como um meio caminho entre a ignorância e o conhecimento.

A heurística do “acompanhe a maioria, especialmente quando não sabe nada melhor” normalmente funciona bem.

Consenso não é sinônimo de unanimidade, mas um grande acordo obtido após um processo de deliberação. É, portanto, uma alternativa à votação.

Informação só se transforma em conhecimento quando colocada em um contexto.

Fonte:

Silver, Nate. The Signal and the Noise: Why So Many Predictions Fail-But Some Don’t. The Penguin Press. New York, 2012. (Inglês)

Nota: Já está disponível em português.

Change by Design – Comentários sobre o livro

ChangebyDesign CapaEscrito por Tim Brown, CEO e presidente da IDEO – uma das mais inovadoras empresas do planeta – o livro conta o que é, para que serve e como implementar as práticas do Design Thinking nas organizações.

O próprio sumário é um bom resumo do livro e, como poderia se esperar do autor, ele inovou oferecendo também um sumário diferente – um mapa mental – facilitando identificar as relações entre as diferentes partes do texto.

O autor não se cansa de repetir que o Design Thinking consiste de três etapas: inspiração, ideação e implementação.

Mais inspiradora que técnica, a leitura repleta de cases e exemplos é perfeitamente adequada para líderes empresariais.

Algumas observações selecionadas do texto:

– O objetivo do design thinking é traduzir observações em insights e insights em produtos e serviços que irão melhorar vidas.

– O pensamento divergente cria opções e o convergente faz escolhas.

– O objetivo da prototipagem não é criar um modelo funcional.

– O tempo (prazo) para gerar o primeiro protótipo é uma boa medida da vitalidade de uma cultura de inovação.

– Usuários extremos – especialistas, aficionados, fanáticos – geralmente são a chave para ideias inspiradoras.

O livro

Brown, Tim. Change by design: how design thinking transforms organizations and inspires innovation. HarperCollins Publishers, New York, NY. USA. 1th ed. 2009. (Inglês)

SEBRAE publica “Guia para a Inovação” preparado pela Bachmann & Associados

O SEBRAE/PR publicou o livro “Guia para a Inovação: Instrumento de orientação de ações de melhoria das dimensões da inovação”, preparado pela Bachmann & Associados. O Guia foi estruturado conforme as 13 dimensões usadas na metodologia de medição do Grau de Inovação nas Micro e Pequenas empresas. Para maior clareza, as sugestões são acompanhadas de exemplos para os diversos tipos de negócios.

Saiba mais: http://app.pr.sebrae.com.br/ali