Indicador tem que ter meta?

GoalNa verdade, não! Na prática, temos três situações e só em uma temos efetivamente uma meta:

  • A mais comum é que o indicador forneça o nível de desempenho de um processo que queremos melhorar. Nesse caso, o indicador deve ter uma meta que representa o resultado desejado em um momento futuro e um Plano de Ações visando a melhoria.
  • Outra situação, menos desejável, ocorre quando ainda não há um histórico que permita estabelecer uma meta, mas se deseja monitorar um processo. Nesse caso, o indicador permite observar a tendência de estabilidade, piora ou melhoria. Mas, se depois de alguns ciclos de análise ainda não foi estabelecida uma meta ou um limite ou faixa de controle, possivelmente não se trata de um indicador.
  • Uma terceira situação acontece quando o processo está estável ou sob controle e isso é considerado satisfatório. Nesse caso, o resultado é periodicamente comparado com valores de referência. Apenas nos casos em que o resultado do indicador extrapola os limites especificados há necessidade de alguma ação. Por exemplo, se o indicador de inadimplência está em 1,7% e a empresa tem com limite máximo 2,0%. Assim, embora deva ser feito o acompanhamento mensal, só será tomada ação se a inadimplência chegar a 2%. É diferente se a gerência estabelecer um limite (meta) de 1,5% no máximo. Nesse caso, voltamos à primeira situação, em que se deve fazer um Plano de Ação, por exemplo incluindo regras mais restritivas para a concessão de crédito, visando reduzir a inadimplência.

E então? Qual é a situação mais comum em tua organização?

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