Velocidade ou Qualidade?

O avanço da informática, tanto do ponto de vista tecnológico como do econômico, levou as organizações a dispor de um volume incomensurável de dados e informações. Os argumentos de venda da área de tecnologia são, justamente, rapidez e menor custo. Entretanto, a qualidade das decisões decorre mais de uma análise mais profunda – estruturada ou intuitiva – feita periodicamente, que da freqüência das análises. Até por que análises feitas com muita freqüência tendem a se tornar superficiais e pouco elaboradas. Assim, não é a disponibilidade da informação minuto a minuto que será útil para a gestão da organização. É a observação periódica de indicadores simples e apropriados, que permitam identificar tendências e a aderência dos resultados à estratégia da organização. Administrar uma organização, assim como pilotar um navio, significa conviver com um sistema de inércia elevada, com tempos de respostas longos. Logo, é mais importante uma ação que gere uma resposta bem calibrada que uma ação rápida. Naturalmente, estamos nos referindo a aspectos gerenciais. Esta abordagem freqüentemente não se aplica a questões operacionais onde, para um aumento imprevisto na temperatura do reator, devemos dar uma resposta imediata para garantir seu resfriamento. Resumindo, ao trabalhar com indicadores gerenciais, devemos privilegiar a qualidade da informação e da análise à quantidade e a velocidade de acesso aos dados.

Qual é a sua opinião?

Empregados perdidos podem ser uma vantagem competitiva!

Uma suposição implícita da guerra pelo talento é que os profissionais que saem são perdidos para os concorrentes. No entanto, eles também se juntam a “cooperadores” atuais e potenciais, como empresas de clientes, fornecedores e parceiros. Essa movimentação pode facilitar a criação e o fortalecimento de relacionamentos com essas organizações, criando oportunidades de negócios. Este ponto de vista original, e pertinente, está descrito em detalhes no artigo Guerra pelo Talento, pulicado na revista HSM Management (edição jan-fev 2009. pp. 110-115).

O que pensa sobre isto?

Padronizar é preciso!

A diversidade das fórmulas de cálculo usadas pelas empresas para os mesmos indicadores dificulta as comparações e pode levar a grandes diferenças de resultados. Segundo um estudo [1], diferentes formas de cálculo levaram a diferenças de até 47% na medida da rotatividade, justificando a necessidade de padronização.

Para reduzir este problema, a B&A e a ABRH-PR disponibilizam um conjunto de métodos de cálculo de indicadores de recursos humanos validados por experientes profissionais de RH. Para conhecer, e fazer o download, visite www.bachmann.com.br/website/idrh.htm ou www.abrh-pr.org.br.

[1] – Castle, Nicholas G. Measuring Staff Turnover in Nursing Homes, http://gerontologist.gerontologyjournals.org/cgi/content/abstract/46/2/210. Acesso em 26.01.08.

Desafio: Você sabe como são calculados os indicadores de gestão usados em sua organização?



Sebrae publica relatório sobre evolução da inovação preparado pela B&A

O relatório “Agentes Locais de Inovação: Uma medida de progresso nas MPEs do Paraná”, preparado pela Bachmann & Associados, foi publicado pelo SEBRAE/PR na forma de livro.

O trabalho, feito a partir de levantamento que usou metodologia desenvolvida pela própria empresa, compara os resultados do Grau de Inovação de 209 empresas instaladas no Paraná antes e depois de uma ação mobilizadora tomada pelo SEBRAE/PR.

O levantamento anterior, que descreve a situação antes do início do projeto de inovação realizado pelo SEBRAE, está disponível para download.



Que métricas usar?

Participando de fóruns sobre qualidade e medição de desempenho é freqüente encontrar profissionais perguntando sobre o que medir ou quais indicadores usar. Isto é grave, pois quem tem alguma responsabilidade sobre um processo qualquer deve ter consciência dos resultados desejados. E, se você sabe o que deseja, sabe o que deve ser medido. A questão é que muitas pessoas incumbidas de criar o sistema de medição não sabem o propósito do processo ou a estratégia de negócio que o processo deve atender. Ou, ainda, não conseguem vincular as atividades (esforços) aos resultados. Muitos acabam, então, adotando as métricas usuais no setor de negócio ou optando por acompanhar o que é fácil medir, ao invés de selecionar as medidas que permitem avaliar o progresso da organização no cumprimento de sua missão ou a eficiência e eficácia de seus processos mais importantes.

Qual é a sua opinião?

Publicado o “Benchmarking de Segurança do Trabalho na Cadeia Produtiva do Papel 2009”

O relatório, realizado com a Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel ABTCP, compara os resultados de 6 indicadores de segurança:

  • Taxa de Frequência de Acidentes com Afastamento – TFCA
  • Taxa de Frequência de Acidentes sem Afastamento – TFSA
  • Taxa de Gravidade – TG
  • Taxa de Acidentes Fatais – TAF
  • Taxa de Acidentes por Milhão de Toneladas de produto – TAMIL
  • Acidentes por milhão de quilômetros rodados (no transporte de madeira) – APMKM

Com a participação de 82 unidades de produção, de 26 empresas, o trabalho oferece uma boa referência sobre a situação da segurança no setor e pode ser útil para apoiar o estabelecimento de metas e estratégias.

O relatório foi entregue gratuitamente às empresas participantes. Outras organizações podem obter o documento na ABTCP (11 3874-2709 viviane@abtcp.org.br).

As empresas que participaram dessa edição serão automaticamente convidadas para o novo levantamento. Outras organizações interessadas devem enviar um e-mail para indicadoresabtcp@bachmann.com.br.

Publicado o 2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos

Distribuído o “2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos”, realizado em parceria com a seccional Paraná da Associação Brasileira de Recursos Humanos ABRH-PR e com o Instituto Superior de Administração e Economia do MERCOSUL ISAE/FGV.

O trabalho compara os resultados de 11 indicadores clássicos de RH, como rotatividade, absenteísmo e percentual de horas extras. Com a participação de 129 organizações paranaenses, o trabalho oferece uma boa referência sobre a situação no Estado e pode ser útil para apoiar o estabelecimento de metas e estratégias na área de RH.

O relatório foi entregue gratuitamente às empresas participantes. Outras organizações podem solicitar cópias à ABRH-PR (41 3262-4317 abrh-pr@abrh-pr.org.br).

Para conhecer o relatório anterior, clique aqui.

Publicado o 2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos

Distribuído o “2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos”, realizado em parceria com a seccional Paraná da Associação Brasileira de Recursos Humanos ABRH-PR e com o Instituto Superior de Administração e Economia do MERCOSUL ISAE/FGV.

O trabalho compara os resultados de 11 indicadores clássicos de RH, como rotatividade, absenteísmo e percentual de horas extras. Com a participação de 129 organizações paranaenses, o trabalho oferece uma boa referência sobre a situação no Estado e pode ser útil para apoiar o estabelecimento de metas e estratégias na área de RH.

O relatório foi entregue gratuitamente às empresas participantes. Outras organizações podem solicitar cópias à ABRH-PR (41 3262-4317 abrh-pr@abrh-pr.org.br).

Para conhecer o relatório anterior, clique aqui.