A SC Johnson, fabricante de produtos para a casa, decide todo ano o montante do lucro a ser distribuído e organiza um grande evento antes do natal, durante o qual dá um cheque a cada funcionário, que corresponde a cerca de 10% de seu ganho anual.
Um dos aspectos mais relevantes para que se possa confiar em um levantamento é a representatividade da amostra. Entretanto, em muitas pesquisas, especialmente nas enquetes via Internet, não há qualquer controle sobre a amostra, favorecendo que respondentes com um ponto de vista ou interesse específico prevaleçam no envio das respostas. Este fenômeno é conhecido como “self-selection bias” [1].
Jeremy Shapiro, em texto sobre critérios para avaliar relatórios de benchmarking [2] também chama a atenção para este fenômeno.
Referências:
[1] – Koomey, Jonathan G. Turning Numbers into Knowledge: Mastering the art of problem solving. Analytics Press. Oakland. Ca. 2nd edition.
Segundo a edição 2010 da pesquisa “Panorama Setorial”, conduzida pela Deloitte no período de outubro a dezembro de 2009, com 573 organizações, a segunda estratégia mais importante (46% das empresas) é a “Retenção de capital humano e desenvolvimento de talentos”. Esta preocupação só é superada pela necessidade de “Desenvolvimento e fornecimento de novos produtos e serviços”.
Fonte: Mundo Corporativo (Revista da Deloitte). nº 27. Jan-mar/2010. p. 13.