O desafio de se relacionar bem com os novos colaboradores da chamada Geração Y (nascidos entre 1980 e 1994) tem levado a algumas práticas inovadoras.
Na Bohering, acabaram as palestras formais em auditório. Os estagiários da empresa participam agora de fóruns no formato do programa Altas Horas, da TV Globo, um clássico dessa geração. O entrevistado fica no centro de um círculo, apresenta suas ideias e responde as perguntas.
Fonte: Época Negócios. Empresa Y. Janeiro de 2010. p.97.
Relatório preparado pela Bachmann & Associados, descrevendo a situação da inovação nas  micro e pequenas empresas do Paraná, foi transformado em livro e está sendo distribuÃdo para as unidades SEBRAE de todos os estados da federação. O trabalho foi estruturado com base em informações de 530 empresas, dos setores de construção civil, confecções e vestuário e agronegócio, coletadas no primeiro semestre de 2009 pelo SEBRAE/PR, segundo metodologia desenvolvida pela Bachmann & Associados.
O exemplo adiante, retirado do livro do Belmiro Valverde [1], é um ótimo exemplo da importância de conhecer o contexto na análise de resultados de indicadores. Visões simplistas, por ignorância das diferentes realidades, leva a conclusões simplórias e conduz a más decisões e aos argumentos falaciosos (e vexatórios!). Vale a leitura.
“Quem pretende entender realmente o país tem de estar atento para o fato de que mesmo quando sob o ponto de vista da estatística se estejam medindo coisas semelhantes, o significado social e econômico dos fenômenos estudados pode ser radicalmente diverso.
Para que esse ponto possa ser mais facilmente entendido tomemos, por exemplo, as taxas de desemprego. Com pequenas variações e adaptações metodológicas, o cálculo das taxas de desemprego no Brasil e nos Estados Unidos é, substancialmente, igual, e expressa o número de pessoas que em um determinado momento não está trabalhando. Mas até que ponto a comparação entre as taxas de desemprego dos dois lugares é um bom instrumento para analisar esse aspecto da realidade econômica e social? E até que ponto, quando os números demonstram que a taxa de desemprego no Brasil e nos Estados Unidos subiu 1%, está se falando do mesmo fenômeno? Na realidade, as taxas de desemprego no Brasil e nos Estados Unidos, embora calculadas por fórmulas semelhantes, medem fenômenos sociais diferentes.
Nos Estados Unidos, há diversas formas de interromper um contrato de trabalho, cada uma delas ensejando consequências diferentes para o empregado. Um trabalhador americano pode ser temporariamente dispensado (temporary lay-off) por força de redução de demanda e flutuações da produção e do consumo; colocado em licença involuntariamente por razão não-disciplinar e normalmente ligada à redução temporária da produção (furlough) ou dispensando definitivamente (permanent lay-off ou cutback). O trabalhador terá perdido o emprego definitivamente somente nos casos em que foi atingido pelo permanent lay-off (ou cutback ou ainda a redundancy, como se diz na Inglaterra). Boa parte do índice de desemprego reflete os temporary lay-offs, ou seja, o desemprego temporário para a acomodação de estoques e de volumes de produção, que tem consequências muito pouco traumáticas para os empregados. Neste caso, seus direitos de antiguidade na empresa são respeitados e sua renda pode cair um pouco durante um determinado período, mas os colchões de proteção social dos fundos de desemprego, mantidos pelos sindicatos e pelo Estado e outros mecanismos, ajudam a superar essa situação até a retomada da produção e, com ela, a volta de seu emprego e de seu salário. No Brasil, o desemprego é sempre definitivo, o permanent lay-off, o cutback.
Se alguém é demitido, encerra seus vínculos com a empresa, recebe seus direitos, zera o tempo de serviço e tudo o mais. Já que virtualmente não existe colchão de proteção social algum (a não ser um modesto seguro-desemprego), quando acabar o dinheiro que recebeu, ou já arranjou um novo emprego ou passará fome. O seu retorno ao antigo emprego é problemático, pois a legislação dificulta de tal forma a recontratação do mesmo funcionário (mandando somar o tempo de serviço anterior, por exemplo, o que onera o empregador), que é mais prático e barato para a empresa não o readmitir quando a retomada da produção exige mais mão-de-obra. Portanto, para um cientista social consciente, o mesmíssimo 1% do Brasil e dos Estados Unidos tem significados radicalmente diversos, pois refletem fenômenos econômicos e sociais que, em substância, são radicalmente diferentes.”
Reproduzido de: CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. O Brasil não é para amadores: estado, governo e burocracia na terra do jeitinho. Curitiba: IBQP-PR, 2000. p. 19-21.
A Bachmann & Associados finalizou com sucesso projeto de incentivo tecnológico promovido pela Prefeitura de Curitiba. Com os recursos do programa de benefÃcios fiscais, denominado ISS Tecnológico, a empresa comprou hardwares e softwares para agilizar as atividades relacionadas com os levantamentos de benchmarks.
Homem saindo por uma porta aberta – Imagem por Tumisu, em Pixabay
Setores como Varejo e Call Centers têm uma Rotatividade tipicamente elevada. Nesses tipos de negócios, uma Rotatividade de 40% pode ser considerada Classe Mundial. Em muitos casos, a Rotatividade pode ser correlacionada com a política salarial adotada. Salários menores correspondem a Rotatividade mais elevada. Trata-se, portanto, de uma estratégia de negócio.
Os principais resultados do “Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos” – levantamento realizado pela Bachmann & Associados, em parceria com a ABRH-PR e com o ISAE/FGV – foram publicados na edição de dezembro/2010 da revista MELHOR Gestão de Pessoas, órgão oficial da Associação Brasileira de Recursos Humanos ABRH. Saiba mais sobre o trabalho. https://blog.bachmann.com.br/2009/12/benchmarking-paranaense-de-recursos-humanos-e-distribuido/
Diretor da Bachmann & Associados proferiu palestra sobre Medição do Grau de Inovação nas Micro e Pequenas Empresas, em evento da Universidade Corporativa do SEBRAE, em BrasÃlia. O objetivo foi oferecer aos profissionais do SEBRAE de todos os estados da federação uma visão geral do projeto de medida do Grau de Inovação. Foram apresentados os alicerces teóricos da metodologia, aspectos relacionados à sua aplicação e os primeiros resultados, com base em levantamento com 530 empresas monitoradas no Paraná no primeiro semestre de 2009.