Curva de Lafer

Ao estudarmos direito financeiro e tributário, aprendemos sobre a “Curva de Laffer”, gráfico que demonstra que, para aumentar a  receita tributária, não basta ir aumentando as alíquotas ou a quantidade de tributos. A receita só aumenta até determinado nível; quando há abuso e excesso de tributação, ela começa a diminuir, por sonegação ou por redução das atividades econômicas que compõem a base de arrecadação. A “Curva de Laffer” tem aplicação em todas as áreas. No caso dos executivos, quando eles abusam de sócios, parceiros, clientes, fornecedores, acionistas ou subordinados, o “ganho” pode até subir, mas depois cairá. Um negócio é bom quando é bom para os dois lados.

Fonte: HSM Management. Jan-fev. 2014. p. 139

Educação exige tecnologia!

Palavras da Vivianne Senna, do Instituto Ayrton Senna, em entrevista para a Época Negócios:

A gente sempre focou na eficiência. Quando começamos [em 1994], falar em resultados, metas, avaliação era totalmente fora, não era nem bem-visto. As pessoas me chamavam de FMI. Também não existia a palavra escala. Existia artesanato social. Faz um projetinho aqui, outro lá… Uma estratégia de varejo para atacar um problema de atacado. Aí desenvolvi uma maneira de trabalhar: transformei o instituto num laboratório, como um que pesquisa a cura do HIV ou outro bicho. Ele não vai desenvolver um remédio para uma pessoa ou outra, mas um que funcione para todos.

O nível de ineficiência era altíssimo. e a gente trouxe a seguinte lógica: não interessa o que você faça, se a criança aprendeu, ok, mas se a criança não aprendeu, desculpe… O fato de serem pobres não pode justificar que não aprendam. Porque a escola tem de ser para as crianças brasileiras, não belgas ou dinamarquesas. Aliás, a escola é o que quebra o elo intergeracional de pobreza: 40% da desigualdade brasileira é educação. Os outros fatores, como morar no Nordeste ou Sudeste, ser branco ou negro, ter profissão x ou y, cada uma explica no máximo 10% da desigualdade. Educação, sozinha, explica 40%.

Fonte: Revista Época Negócios, março 2015. pp. 46-47.

Diferentes visões – Diferentes linguagens

Pesquisa realizada no final de 2014 pela Mercer aponta os principais objetivos de oferecer o benefício:

NA VISÃO DO RH

  • 23% satisfação do colaborador
  • 16% retenção e engajamento
  • 14% valores organizacionais

NA VISÃO DO DIRETOR FINANCEIRO

  • 21% custo dos planos de saúde
  • 15% absenteísmo
  • 11% produtividade

Fonte: Revista Melhor gestão de pessoas. março 2015. p. 17.

Metas? Que metas?

Pesquisa da FranklinCovey apontou que apenas 51% dos entrevistados sabem quais são suas metas. Desses 51% que dizem ter conhecimento das metas, 85% não souberam descrevê-las. 87% das pessoas não sabem como aplicá-las e 81% não tem acompanhamento mensal com os líderes sobre como está o placar das metas ou não são responsabilizados pelo seu progresso no mês. Por fim, 49% da equipe não está envolvida emocionalmente com sua meta, ou seja, quase metade apenas se deixa levar pelo acontecimentos.

Fonte: Informe Publicitário da FranklinCovey. Revista HSM Management. n°103. Março/abril 2014. p. 79.

Gestão de ideias

Uma nova ideia “é frágil como uma peça de porcelana”, diz o consultor Erik Penna. Por isso, um bom líder deve proporcionar um ambiente de trabalho mais aberto e flexível, “que favoreça a criatividade e não iniba os questionamentos, que forneça feedbacks e incentive sugestões para mudanças”.

Entretanto, conforme o estudo da Economist Intelligence Unit, é comum faltar liderança forte nessa área. Mais de um quarto (26%) dos entrevistados menciona “liderança fraca” como uma das três maiores barreiras à inovação em sua empresa.

Apesar do discurso generalizado de que novas ideias são bem-vindas, cerca de dois terços dos executivos entrevistados (64%) sugerem que os elementos-chave de uma cultura de inovação – incentivo a novas ideias e espaço para falhas – não estão presentes ou nem são proeminentes.

Além disso, os 64% dos entrevistados que se declararam incentivados ativamente a propor ideias novas representam uma média, o que disfarça algumas diferenças nacionais importantes: 80% dos participantes na Alemanha e 81% nos EUA se disseram estimulados, mas a taxa cai para 59% na Rússia e 48% no Brasil. O estudo revela ainda que mesmo os colaboradores de nível sênior costumam guardar suas ideias inovadoras. Um quinto (20%) de todos os entrevistados – e, surpreendentemente, uma porcentagem igual de CEOs – afirma que, em algum momento, teve receio de apresentar uma ideia à empresa.

Fonte: Revista Melhor – gestão de pessoas. Ano 23, n° 329. Abril 2015. p. 24.

Processos

Podemos definir um processo como um grupo organizado de atividades que cria valor para os clientes.

A disciplina e a repetibilidade criada pela execução continuada dos processos leva as empresas à previsibilidade de resultados, tirando a dependência de esforços extraordinários ou mesmo do fator “sorte” para obtenção do sucesso pretendido.

Algumas pessoas tendem a ver os processos como um bloqueio para a criatividade, o que não é verdade. Quando as pessoas executam processos, elas direcionam sua criatividade para a atividade-fim e não para a estruturação da atividade em si (o como fazer).

Na prática, os processos acabam sendo catalisadores e canalizadores da inovação, da melhoria contínua e também da efetiva gestão do conhecimento.

Fonte: Revista Mundo PM. Excelência em Gestão de TI: uma visão integrada das melhores práticas. Renato Chaves Vasques. pp. 24-25.

 

Os indicadores de RH, como todos os demais, devem estar alinhados ao negócio e sua estratégia, como testemunha Vanessa Fontoura Miranda, diretora de recursos humanos do Grupo SBF, que administra as redes de lojas de material esportivo Centauro e Nike Store: “Temos indicadores para medição da rotatividade, treinamento, plano de sucessão, absenteísmo e todos eles alinhados ao planejamento estratégico para até 2016, pois é um período em que a empresa será impactada pelos dois principais eventos esportivos que acontecerão no país, a Copa do Mundo e as Olimpíadas”.

Fonte: Revista Melhor: gestão de pessoas. Ano 21, n° 310, setembro 2013. p. 96.

Melhores empresas para trabalhar – 2013

Melhores de 2013 – Confira a lista das empresas e as categorias em que se destacaram

Acesso Digital Qualidade de vida | Celebração| Melhor RH – empresas médias e pequenas (nacionais) | Camaradagem
Alcoa Práticas para mulheres
Caterpillar Comunicação
Elektro Educação | Benefícios | Melhor RH – grandes empresas | Respeito
Gazin Missão, visão e valores
Google Cuidar | Melhor RH – empresas médias e pequenas (multinacionais)
Kimberly-Clark Envolvimento e novas ideias
Laboratório Sabin Compartilhar | Remuneração
McDonald’s Práticas para jovens
Radix Hospitalidade
Rota do Mar Credibilidade
Sama Orgulho
Saraiva de Rezende Imparcialidade
Thoughtworks Recrutamento e seleção
Zanzini Reconhecimento

Fonte: Revista Melhor: gestão de pessoas. Outubro 2013. p. 54.

Nova versão da ISO9001 está no forno

A nova norma internacional ISO 9001:2015 deve ser publicada em set/15. Os requisitos relacionados à gestão de pessoas estarão na Seção 7 – Suporte, que inclui:

– Recursos: pessoas, infraestrutura, processos, conhecimento, monitoração e medição dos recursos.

– Competência e conscientização.

– Comunicação e informação documentada.

Fonte: Evandro G. Lorentz – ASQ Brazil Country Counselor.

Performance em resultados e em valores

A BT, gigante britânica de telecomunicações, implementou um sistema de gestão da performance que analisa os funcionários em duas dimensões: quanto atingem de objetivos individuais de desempenho e os valores e comportamentos que apresentam para chegar aos resultados. As taxas combinadas influenciam a remuneração variável do gestor.

Fonte: Revista HSM Management. Maio/junho 2012. p. 107.