Para superar a rotatividade elevada comum à s áreas de atendimento (call centers), a AeC criou quatro gerências de RH. Cada uma voltada para um público especÃfico, associado ao momento do empregado na empresa. As gerências são: uma para a Entrada; uma para Permanência e Renovação; uma para o RH Administrativo: é outra para atender exclusivamente os executivos da empresa (gerentes, diretores, etc.). Esse formato permite acompanhar o colaborador em todas as etapas na empresa.
Fonte: Revista Melhor. Nº 305. 2013. pp. 48-50.
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Desfazem-se os mitos
Com base em pesquisas, Robert Levering, fundador do GPTW, definiu que um bom lugar para trabalhar tem, para a maioria das pessoas, três aspectos-chave:
- Uma boa relação de confiança com seu chefe imediato.
- Bom relacionamento com os colegas; acreditam que estão em um ambiente colaborativo, com um bom clima.
- Orgulho do que fazem, ou seja, veem significado em seu trabalho e se identificam com a organização.
Ruy Shiozawa também desfaz outro mito: “As mais bem classificadas não são as empresas onde as pessoas trabalham pouco, e sim as que têm metas e processos rigorosos. Sabe por quê? As pessoas se sentem mais comprometidas quando percebem que há rigor na empresaâ€.
Fonte: Revista HSM Management. Maio-junho 2012. p. 126.
Retenção
A FM Logistic conseguiu reduzir os custos de recrutamento e seleção de 900 mil reais em 2009 para 40 mil reais em 2012. Esse sucesso decorreu do redesenho da estrutura de cargos, do incentivo ao recrutamento interno e pela redução na rotatividade. Segundo Fernando Carvalho Lima, Diretor de RH, “Hoje, ninguém entra na empresa sem passar por entrevista com o supervisor e com o gerente, e a responsabilidade da contratação é delesâ€.
Fonte: Revista Melhor: gestão de pessoas. Ano 21, n° 310, setembro 2013. p. 98.
Melhores empresas para trabalhar – 2013
Melhores de 2013 – Confira a lista das empresas e as categorias em que se destacaram
| Acesso Digital | Qualidade de vida | Celebração| Melhor RH – empresas médias e pequenas (nacionais) | Camaradagem |
| Alcoa | Práticas para mulheres |
| Caterpillar | Comunicação |
| Elektro | Educação | BenefÃcios | Melhor RH – grandes empresas | Respeito |
| Gazin | Missão, visão e valores |
| Cuidar | Melhor RH – empresas médias e pequenas (multinacionais) | |
| Kimberly-Clark | Envolvimento e novas ideias |
| Laboratório Sabin | Compartilhar | Remuneração |
| McDonald’s | Práticas para jovens |
| Radix | Hospitalidade |
| Rota do Mar | Credibilidade |
| Sama | Orgulho |
| Saraiva de Rezende | Imparcialidade |
| Thoughtworks | Recrutamento e seleção |
| Zanzini | Reconhecimento |
Fonte: Revista Melhor: gestão de pessoas. Outubro 2013. p. 54.
Worksampling
Para medir a produtividade dos trabalhadores nas Paradas Gerais, a Aracruz utiliza uma estratégia chamada Worksampling. Durante o horário de trabalho, auditores circulam pelas áreas, identificando quantos profissionais estão trabalhando, circulando ou parados, por empresa. O resultado é utilizado nas negociações de contratação, otimizando recursos e melhorando o planejamento. Com base nas estatÃsticas mostradas pela técnica, a Aracruz é benchmarking em produtividade em Paradas Gerais.
Fonte: Aracruz em revista. Ano 16 – nº 184, julho de 2008. Recorde na PG, p. 4.
Performance em resultados e em valores
A BT, gigante britânica de telecomunicações, implementou um sistema de gestão da performance que analisa os funcionários em duas dimensões: quanto atingem de objetivos individuais de desempenho e os valores e comportamentos que apresentam para chegar aos resultados. As taxas combinadas influenciam a remuneração variável do gestor.
Fonte: Revista HSM Management. Maio/junho 2012. p. 107.
Tempo de treinamento
A pesquisa Informal learning revela que nos EUA, nas empresas consideradas benchmarks, cada colaborador recebeu 52 horas de treinamento em 2010 (47 horas em 2009). A pesquisa também conta que as despesas diretas com treinamento, em 2010, representaram 2,7% da folha de pagamento (2,2% em 2009).
Fonte: Revista Melhor – Gestão de Pessoas, ano 19, janeiro de 2012. Ed. Segmento, p. 44.
O Custo da Rotatividade
Boa parte das organizações entendem a Rotatividade elevada como um mal, mas poucas se dão ao trabalho de quantificar o custo efetivo da troca das pessoas. O exemplo a seguir, publicado na revista Melhor, não computa os fatores intangÃveis como a perda de conhecimento e os efeitos na equipe, mas é uma referência interessante:
O RH da Kalunga, que administra cerca de 2.340 funcionários, colocou na ponta do lápis os custos que envolvem a saÃda das pessoas.
CUSTO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO
- Tempo da selecionadora (salário/horas envolvidas no processo)
- Gastos com anúncios/sites
- Exame admissional
CUSTO DE REGISTRO E DOCUMENTAÇÃO
- Salário do funcionário de RH que faz admissão/contrato
- Crachá/registros/processamentos
- Uniforme (3 camisas)
CUSTO DE INTEGRAÇÃO
- Treinamento (salário do funcionário no perÃodo em que fica apenas treinando)
- Treinador (salário do gerente no perÃodo em que fica treinando o funcionário)
CUSTO DE DESLIGAMENTO
- Funcionário do RH (salário durante o processo de desligamento)
- Custo de homologação/elaboração de cálculos
- Exame médico demissional
A soma dessas quatro parcelas resulta no Custo Final de desligamento.
A empresa calcula separadamente o custo para os funcionários demitidos e os que pediram demissão.
FONTE: Revista Melhor. Nº 301. 2012. p.18.
Mudança reduz rotatividade na Kalunga
Depois de alcançar rotatividade tão alta como 58% ao ano, a nova gerente de RH da Kalunga tomou diversas ações. Uma das mudanças mais significativas foi colocar a rotatividade como um dos indicadores que compõem a análise anual de todas as lojas da rede. Aquelas com as melhores pontuações recebem prêmios no final do ano. “Quando colocamos o turnover como um dos indicadores de desempenho da loja, os gerentes começaram a se preocuparâ€, conta a executiva. Dessa forma, quem selecionava melhor retinha mais gente e conseguia mais pontos. No primeiro momento, a preocupação era a busca pelas melhores pontuações. Aos poucos, no entanto, houve a percepção de que, bem selecionados, os atendentes rendiam mais. “Percebemos isso pelo interesse dos gerentes em tirar dúvidas sobre o processo e também na preocupação de ligar e dizer os motivos do desligamento de algum funcionárioâ€, conta a executiva de RH. Como resultado, a rotatividade caiu para 42%.
Fonte: Revista Melhor – gestão de pessoas. Ano 20, n° 301. 2012. p. 17.
Retenção pós-maternidade
A Ernst & Young adota um indicador denominado “Retenção após licença-maternidadeâ€. A taxa de retenção (retorno), considerando apenas a licença-maternidade, nos anos fiscais 2009, 2010 e 2011 foi de 100%. Podem ser negociadas jornadas de trabalho reduzidas, horários flexÃveis ou trabalho remoto para o perÃodo de retorno de licença.
Fonte: Ernst & Young. Relatório de Sustentabilidade 2011.
www.ey.com.br/Publication/vwLUAssets/Relatório_de_Sustentabilidade_2011/$FILE/Relatorio_de_Sustentabilidade_Ernst_Young_Terco_2011.pdf Acesso em 23.07.13.