Benchmarking Online – Cadastramento

Para se registrar no Benchmarking Online de Indicadores de RH,

  1. Acesse o site www.indicadoresrh.com.br.
  2. Clique no link “Cadastre-se” que aparece no topo direito da página.
  3. Escolha o plano de serviços mais adequado para sua empresa e clique em “Assine”.
  4. Forneça seus dados de contato (passo 1) e de sua empresa (passo 2).
    1. Você deve se registrar de forma completa para cada unidade ou filial (CNPJ) mas depois, se usar a mesma senha, quando acessar aparecerá a lista das tuas unidades cadastradas.
    2. Caso não concorde que o nome da empresa apareça na lista de participantes (completamente desvinculado dos dados fornecidos), desmarque a caixinha autorizando.
  5. Leia e aceite o Termo de Uso, que inclui nosso compromisso rigoroso com o sigilo das informações fornecidas.
  6. Revise os dados informados e clique em “Salvar”.

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Caso deseje comparar os indicadores da empresa com os de outras, forneça os dados.

Benchmarking Online de RH

O Benchmarking Online de RH é uma plataforma que permite às organizações inserirem seus dados, calcularem 12 indicadores clássicos usados na gestão de pessoas e fazer comparações com outras empresas ou instituições, para identificar oportunidades de melhoria ou referenciais de excelência (benchmarks) que possam balizar o estabelecimento de metas.

O Benchmarking Online de RH, realizado em parceria com a ABRH, também oferece outros recursos* úteis para os gestores de pessoas, como:

  • Calculadora de indicadores de RH.
  • Padrões para cálculo de indicadores.
  • Resultados de levantamentos anuais feitos desde 2008.
  • Orientações para uso de benchmarking.
  • Artigos e notas técnicas.
  • Glossário de termos usados na gestão com indicadores.
  • Bibliografia sobre o tema, etc.

* – Alguns destes conteúdos são exclusivos para os assinantes dos planos pagos.

Acesse todos os serviços em www.indicadoresrh.com.br.

Um retrato da gestão de pessoas no Paraná – Parte I

Evolução da Rotatividade Anual nas Empresas Paranaenses

A 9ª edição do Benchmarking Paranaense de RH, um levantamento anual de indicadores clássico de RH produzido pela Bachmann & Associados, em parceria com a ABRH-PR, mostrou uma sensível melhora nos resultados em relação aos anos anteriores.

Os valores alcançados refletem o esforço dos gestores de recursos humanos para superar as dificuldades e manter a competitividade de suas empresas mas também os efeitos da crise econômica que se abateu sobre todos os estados da federação. Embora descrevam a realidade paranaense, os resultados podem servir de referência (benchmarks) para organizações de outras regiões.

Conheça alguns resultados:

Rotatividade

Quase um terço (29,5%) dos empregados foi substituído em 2016. Esse resultado, um pouco melhor que no ano anterior (32,4%), certamente foi influenciado pelo desaquecimento no mercado de trabalho (figura). O comércio foi o setor com a rotatividade mais elevada, tendo trocado pouco mais da metade (53,5%) dos colaboradores. Aproximadamente um quinto dos desligamentos ocorreu por iniciativa dos empregados. Embora ainda elevado, esse resultado é substancialmente melhor que os dos anos anteriores.

Retenção 90 dias

A Retenção 90 dias média foi de 87,7%, bastante superior ao padrão histórico de pouco mais de 80%, mostrando uma grande melhora nos processos de recrutamento e seleção. Ainda assim, em média 12% dos empregados não terminam o período de experiência.

Absenteísmo

No geral, as empresas perderam 2,0% do tempo dos empregados devido às ausências. Cerca de dois terços desse tempo foram justificados com razões de saúde.

Horas extras pagas

O volume de horas extras pagas – quase 3% do total das horas trabalhadas – embora próximo ao do ano anterior, foi o menor dos últimos 5 anos. O resultado, entretanto, pode ter sido influenciado mais pelo desaquecimento na economia do que pela qualidade da gestão.

Veja mais detalhes, inclusive dados setoriais, e os demais indicadores no relatório completo ou compare os resultados de sua empresa fazendo o registro gratuito em www.indicadoresrh.com.br.

O gráfico certo comunica melhor

“Gráficos mostram informação quantitativa de uma maneira que revela muito mais que uma coleção de valores individuais. Por causa de sua natureza visual, gráficos apresentam o perfil global dos dados. Os padrões revelados pelos gráficos permitem ao leitor detectar muitos pontos de interesse em uma única coleção de informação.” Stephen Few

Gestão da Educação

Aula

Palavras da Vivianne Senna, do Instituto Ayrton Senna, em entrevista para a Época Negócios, mostrando uma abordagem científica e baseada em processos e dados:

A gente sempre focou na eficiência. Quando começamos [em 1994], falar em resultados, metas, avaliação era totalmente fora, não era nem bem-visto. As pessoas me chamavam de FMI. Também não existia a palavra escala. Existia artesanato social. Faz um projetinho aqui, outro lá… Uma estratégia de varejo para atacar um problema de atacado. Aí desenvolvi uma maneira de trabalhar: transformei o instituto num laboratório, como um que pesquisa a cura do HIV ou outro bicho. Ele não vai desenvolver um remédio para uma pessoa ou outra, mas um que funcione para todos.

O nível de ineficiência era altíssimo. e a gente trouxe a seguinte lógica: não interessa o que você faça, se a criança aprendeu, ok, mas se a criança não aprendeu, desculpe… O fato de serem pobres não pode justificar que não aprendam. Porque a escola tem de ser para as crianças brasileiras, não belgas ou dinamarquesas. Aliás, a escola é o que quebra o elo intergeracional de pobreza: 40% da desigualdade brasileira é educação. Os outros fatores, como morar no Nordeste ou Sudeste, ser branco ou negro, ter profissão x ou y, cada uma explica no máximo 10% da desigualdade. Educação, sozinha, explica 40%.

Fonte: Revista Época Negócios, março 2015. pp. 46-47.

Taxa de Frequência de Acidentes com Afastamento (TFCA)

  1. Para que serve a medida da Taxa de Acidentes com Afastamento?

A Taxa de Acidentes com Afastamento é um indicador oficial e obrigatório em grande parte das organizações. É usado nas estatísticas do Ministério do Trabalho e Emprego. Internamente às empresas, serve para monitorar o nível de segurança do ambiente de trabalho.

  1. É possível fazer a comparação da TFCA de meses com quantidades diferentes de dias úteis?

Sim. Como os valores são ajustados para um milhão de horas trabalhadas, não há problema em, por exemplo, comparar os meses de fevereiro e de março, apesar da diferença no número de dias úteis.

  1. Como comparar os resultados da Taxa de Frequência de Acidentes com Afastamento (TFCA) com as taxas de acidentes calculadas segundo a legislação norte-americana?

A Taxa de Frequência de Acidentes com Afastamento (TFCA) ajusta o número de acidentados com afastamento para um milhão de horas trabalhadas, como determina a norma brasileira NBR 14280. Nos Estados Unidos, a legislação estabelece que o ajuste seja feito para 200.000 horas. Assim, para colocar os resultados em bases comparáveis, basta multiplicar os resultados norte-americanos por cinco.

  1. Como calcular a Taxa de Frequência de Acidentes com Afastamento (TFCA)?

Basta usar a seguinte fórmula

TFCA = Número de acidentados com afastamento do trabalho x 1.000.000

Horas trabalhadas pelo conjunto dos empregados

Medindo a produtividade

Para medir a produtividade dos trabalhadores nas Paradas Gerais (equipes de manutenção e obras), a Aracruz utiliza uma estratégia chamada Worksampling. Durante o horário de trabalho, auditores circulam pelas áreas, identificando quantos profissionais estão trabalhando, circulando ou parados, por empresa. O resultado é utilizado nas negociações de contratação, otimizando recursos e melhorando o planejamento. Com base nas estatísticas mostradas pela técnica, a Aracruz é benchmarking em produtividade em Paradas Gerais.

Fonte: Aracruz em revista. Ano 16 – nº 184, julho de 2008. Recorde na PG, p. 4.

Karoshi – Morrendo de trabalhar

Karoshi

O Ministério de Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão lançou o primeiro relatório sobre karoshi em outubro de 2016 apontou que cerca de uma em cada quatro empresas (ou 23%) têm funcionários fazendo mais do que 80 horas extras por mês.

De fato, maratonas de trabalho fazem parte da cultura local e há até uma palavra em japonês, karoshi, que significa literalmente “morte por excesso de trabalho”.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-39694644

Benchmarking deve ser feito com cuidado

Recrutamento

O Instituto Saratoga estudou as práticas de contratação por 10 anos e encontrou a relação de recrutadores para requisições variando de 1:3 a 1:100, dependendo do nível de serviço oferecido pelo RH.

Fonte: Fitz-enz, Jac e Davison, Barbara. How to Measure Human Resources Management. McGraw-Hill. 2002. 3rd edition.