Em 2010, segundo o Censo feito pelo IBGE, menos da metade dos empregados no Paraná tinham carteira assinada. Confira os melhores e piores resultados:
Fonte: Wikipédia. http://pt.wikipedia.org Acesso em 21.06.13.
Em 2010, segundo o Censo feito pelo IBGE, menos da metade dos empregados no Paraná tinham carteira assinada. Confira os melhores e piores resultados:
Fonte: Wikipédia. http://pt.wikipedia.org Acesso em 21.06.13.

Um especialista [1] sugere que os trabalhos para identificar os indicadores relativos ao capital humano não iniciem com esse tópico. Na verdade, ele aconselha que o foco seja colocado no negócio e nas ações necessárias para o sucesso. Desse modo, os indicadores que vierem a ser escolhidos serão mais adequados à organização e terão menor foco nos processos internos do RH.
Ele recomenda os seguintes passos, com os ajustes para cada situação:
1 – Priorizar o contexto.
Quais as principais metas do negócio e as ações em que se espera maiores dificuldades?
A conversa deve usar a linguagem familiar ao cliente e não a usual no RH.
O objetivo é estabelecer uma visão clara do que, do como e do quanto impactar.
2 – Contexto do que é importante.
Ação similar a do passo anterior, mas com o objetivo de levantar as metas que, ainda que não sejam consideradas como tendo algum risco, são fundamentais para o negócio.
3 – Alavancagem do capital humano.
Serve para identificar a importância das pessoas para que as questões levantadas nos itens anteriores sejam bem resolvidas. O objetivo é entender a vinculação entre as pessoas (e as ações do RH) e as metas (relações de causa e efeito).
Neste momento, contar com resultados já disponíveis pode ser uma vantagem.
4 – Indicadores de capital humano.
Identificados os fatores que podem trazer contribuições, é o momento de selecionar as métricas que permitem acompanhar o progresso das ações de RH.
Este processo naturalmente deve ser contínuo.
Fonte: 1. Steve McElfresh. HR Futures.
Para reduzir a troca de trabalhadores, governo prevê a possibilidade de cortar imposto do empregador que demita pouco.
Fonte: O Estado de S.Paulo, edição de 7 de outubro de 2012.
Participe do 5º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos, feito pela Bachmann & Associados, ABRH-PR e ISAE/FGV.
Compare seus resultados dos principais indicadores de RH e identifique oportunidades de ganho.
Para inscrição: http://benchmarking.indicadoresrh.com.br
Para conhecer o projeto: www.indicadoresrh.com.br
Para ver o relatório de 2012: www.bachmann.com.br
Os principais motivadores da polÃtica de “traga seu próprio dispositivo†são o aumento da produtividade e mobilidade dos colaboradores, redução dos custos com TI e atração e retenção de talentos. Segundo estudo da Citrix, as polÃticas de BYO aumentam em 57% o nÃvel de satisfação, em 52% a produtividade e em 52% a mobilidade dos funcionários. Além disso, elevam em 46% a flexibilidade dos ambientes de trabalho e reduz em 36% os custos de TI.
Fonte: Revista Melhor. Janeiro 2012, p. 8.

Os critérios usados para avaliar o grau de satisfação das pessoas com as organizações variam bastante, mas os itens seguintes, utilizados pelo Great Place to Work Institute e a Revista Exame são bastante representativos:
·     Remuneração
·     BenefÃcios
·     Treinamento e oportunidades de carreira
·     Segurança e confiança na gestão
·     Orgulho do trabalho e da empresa
·     Clareza e abertura na comunicação interna
·     Camaradagem no ambiente de trabalho
·     Responsabilidade social
Fonte: Guia Exame As 100 melhores empresas para você trabalhar, 2002.
Uma ação da Elektro para prevenir acidentes no ambiente de trabalho é o programa Observação de Segurança, que estimula a identificação de riscos e propõe aperfeiçoamentos, através de formulário impresso ou eletrônico. Segundo a empresa, os próprios colaboradores acompanham o comportamento diário de seus colegas e verificam se a atividade está sendo executada de maneira correta. Com as ações, a empresa reduziu o Ãndice de acidentes com afastamento entre 2010 e 2011 em 40% e vem diminuindo ano a ano a rotatividade dos colaboradores, chegando a 10% em 2011.
Fonte: Revista Melhor – Gestão de Pessoas. Ano 20, Nº 298. p. 52.
O programa de equilÃbrio trabalho-vida pessoal da Accenture, inicialmente focado nos desafios de carreira enfrentados pelas mulheres, foi estendido aos homens e, entre outras coisas, viabiliza compartilhamento de trabalho, horários flexÃveis e o trabalho a distância. O programa permitiu uma redução significativa na rotatividade, ao mesmo tempo que aumentou o número de sócias mulheres.
Fonte: Revista HSM Management. Maio/junho 2012. p. 107.
Confira os benefÃcios mais frequentemente oferecidos pelas empresas, segundo a 29ª Pesquisa da Towers Watson, realizada com 198 empresas nacionais e multinacionais de diversos segmentos.
| Plano de saúde | 100% |
| Plano odontológico | 90% |
| AuxÃlio-alimentação | 90% |
| Seguro de vida | 90% |
| Previdência privada | 79% |
| Empréstimos | 73% |
| Check-up | 70% |
| Carro | 69% |
| Complementação auxÃlio-doença | 67% |
| Beneficio farmácia | 63% |
| Serviço de apoio ao indivÃduo (EAP) | 36% |
| BenefÃcios flexÃveis | 4% |
Fonte: Revista Melhor – Gestão de Pessoas. Agosto 2012. P. 113.

Imagem de Pham Trung Kien por Pixabay
Um aspecto tranquilizador para quem trabalha com indicadores é saber que formas diferentes de medir desempenho, desde que escolhidas com bom senso, podem ser igualmente efetivas.
Três diferentes rankings de comparação entre universidades, baseadas em critérios bastante distintos, colocou as mesmas 6 universidades entre as 10 primeiras. Enquanto o Instituto de Educação Superior de Xangai dá maior peso à produção científica, a revista Times Higher Education considera a disponibilidade de verbas para pesquisa e inovação e a empresa inglesa QS inclui a opinião do mercado aos resultados acadêmicos. Ainda assim, os rankings apresentados pelas três instituições guardam bastante semelhança, ao menos nos primeiros lugares.
Fonte: Revista Veja. As 3 fórmulas da excelência. 22 de setembro de 2010. pp. 100-101.
Post de nov/12, ajustado em out/23.