Padronizar é preciso!

A diversidade das fórmulas de cálculo usadas pelas empresas para os mesmos indicadores dificulta as comparações e pode levar a grandes diferenças de resultados. Segundo um estudo [1], diferentes formas de cálculo levaram a diferenças de até 47% na medida da rotatividade, justificando a necessidade de padronização.

Para reduzir este problema, a B&A e a ABRH-PR disponibilizam um conjunto de métodos de cálculo de indicadores de recursos humanos validados por experientes profissionais de RH. Para conhecer, e fazer o download, visite www.bachmann.com.br/website/idrh.htm ou www.abrh-pr.org.br.

[1] – Castle, Nicholas G. Measuring Staff Turnover in Nursing Homes, http://gerontologist.gerontologyjournals.org/cgi/content/abstract/46/2/210. Acesso em 26.01.08.

Desafio: Você sabe como são calculados os indicadores de gestão usados em sua organização?



Sebrae publica relatório sobre evolução da inovação preparado pela B&A

O relatório “Agentes Locais de Inovação: Uma medida de progresso nas MPEs do Paraná”, preparado pela Bachmann & Associados, foi publicado pelo SEBRAE/PR na forma de livro.

O trabalho, feito a partir de levantamento que usou metodologia desenvolvida pela própria empresa, compara os resultados do Grau de Inovação de 209 empresas instaladas no Paraná antes e depois de uma ação mobilizadora tomada pelo SEBRAE/PR.

O levantamento anterior, que descreve a situação antes do início do projeto de inovação realizado pelo SEBRAE, está disponível para download.



Que métricas usar?

Participando de fóruns sobre qualidade e medição de desempenho é freqüente encontrar profissionais perguntando sobre o que medir ou quais indicadores usar. Isto é grave, pois quem tem alguma responsabilidade sobre um processo qualquer deve ter consciência dos resultados desejados. E, se você sabe o que deseja, sabe o que deve ser medido. A questão é que muitas pessoas incumbidas de criar o sistema de medição não sabem o propósito do processo ou a estratégia de negócio que o processo deve atender. Ou, ainda, não conseguem vincular as atividades (esforços) aos resultados. Muitos acabam, então, adotando as métricas usuais no setor de negócio ou optando por acompanhar o que é fácil medir, ao invés de selecionar as medidas que permitem avaliar o progresso da organização no cumprimento de sua missão ou a eficiência e eficácia de seus processos mais importantes.

Qual é a sua opinião?

Publicado o “Benchmarking de Segurança do Trabalho na Cadeia Produtiva do Papel 2009”

O relatório, realizado com a Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel ABTCP, compara os resultados de 6 indicadores de segurança:

  • Taxa de Frequência de Acidentes com Afastamento – TFCA
  • Taxa de Frequência de Acidentes sem Afastamento – TFSA
  • Taxa de Gravidade – TG
  • Taxa de Acidentes Fatais – TAF
  • Taxa de Acidentes por Milhão de Toneladas de produto – TAMIL
  • Acidentes por milhão de quilômetros rodados (no transporte de madeira) – APMKM

Com a participação de 82 unidades de produção, de 26 empresas, o trabalho oferece uma boa referência sobre a situação da segurança no setor e pode ser útil para apoiar o estabelecimento de metas e estratégias.

O relatório foi entregue gratuitamente às empresas participantes. Outras organizações podem obter o documento na ABTCP (11 3874-2709 viviane@abtcp.org.br).

As empresas que participaram dessa edição serão automaticamente convidadas para o novo levantamento. Outras organizações interessadas devem enviar um e-mail para indicadoresabtcp@bachmann.com.br.

Publicado o 2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos

Distribuído o “2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos”, realizado em parceria com a seccional Paraná da Associação Brasileira de Recursos Humanos ABRH-PR e com o Instituto Superior de Administração e Economia do MERCOSUL ISAE/FGV.

O trabalho compara os resultados de 11 indicadores clássicos de RH, como rotatividade, absenteísmo e percentual de horas extras. Com a participação de 129 organizações paranaenses, o trabalho oferece uma boa referência sobre a situação no Estado e pode ser útil para apoiar o estabelecimento de metas e estratégias na área de RH.

O relatório foi entregue gratuitamente às empresas participantes. Outras organizações podem solicitar cópias à ABRH-PR (41 3262-4317 abrh-pr@abrh-pr.org.br).

Para conhecer o relatório anterior, clique aqui.

Publicado o 2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos

Distribuído o “2º Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos”, realizado em parceria com a seccional Paraná da Associação Brasileira de Recursos Humanos ABRH-PR e com o Instituto Superior de Administração e Economia do MERCOSUL ISAE/FGV.

O trabalho compara os resultados de 11 indicadores clássicos de RH, como rotatividade, absenteísmo e percentual de horas extras. Com a participação de 129 organizações paranaenses, o trabalho oferece uma boa referência sobre a situação no Estado e pode ser útil para apoiar o estabelecimento de metas e estratégias na área de RH.

O relatório foi entregue gratuitamente às empresas participantes. Outras organizações podem solicitar cópias à ABRH-PR (41 3262-4317 abrh-pr@abrh-pr.org.br).

Para conhecer o relatório anterior, clique aqui.

Publicado novo benchmarking de fábricas de celulose e papel

A Bachmann & Associados, em parceria com a Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel ABTCP, acaba de distribuir o relatório “Benchmarking das Fábricas de Celulose e Papel 2009”, que está em sua 4ª edição. O trabalho compara os resultados de 29 indicadores, padronizados em conjunto com as comissões técnicas da ABTCP, para oferecer à  indústria de celulose e papel um retrato do ambiente competitivo.

O estudo foi realizado com a colaboração de 28 empresas fabricantes de celulose e papel e abrangeu 22 linhas de fibras, de 17 fábricas de celulose e 55 máquinas de papel de 31 fábricas. A produção das empresas representadas no estudo totalizou quase 10 milhões de toneladas de celulose, o que corresponde a 73,5% da produção nacional no período.

Os resultados publicados servem de referência para identificar pontos fortes e oportunidades para melhoria, contribuindo para uma gestão baseada em fatos e dados e oferece uma visão dinâmica da atividade industrial do setor.

A divulgação de parâmetros de excelência é uma forma de incentivar as empresas a buscarem as melhores práticas do setor, contribuindo para o aumento da competitividade e da rentabilidade.

O relatório foi distribuído gratuitamente às empresas participantes. Outras organizações podem solicitar cópias à  ABTCP (Sra. Viviane  11 3874-2709 viviane@abtcp.org.br)

Post de jan/11 ajustado em set/23

Engajamento traz resultados

Os resultados são antigos, mas as conclusões provavelmente ainda são válidas.

Pesquisa realizada nos Estados Unidos cobrindo 24 empresas com ações e mais de 250.000 empregados conduzida ao longo de cinco anos descobriu que os preços das ações das 112 empresas com os empregados de moral mais elevada aumentaram em média 19,4% enquanto as outras empresas na mesma indústria aumentaram apenas 8% – uma diferença de margem de 240% (Sirota survey intelligence 2006).

Um estudo da Watson Wyatt com 115 empresas (2006 a 2008) garante que uma companhia com os empregados altamente engajados tipicamente alcança um desempenho financeiro quatro vezes maior que as empresas com empregados de menos atitude. Adicionalmente, maior compromisso com a organização e com o trabalho, afetados significativamente pelo nível de engajamento, também leva a redução do absenteísmo e da rotatividade.

Pesquisa realizada pela Tower Perrin (2005) com mais de 68.000 empregados trabalhando para grandes e médias organizações de 18 diferentes países em quatro continentes, concluiu que empresas com empregados com elevado nível de engajamento também experimentaram uma maior margem nas operações – até 19%, enquanto a margem de lucro líquido, crescimento do retorno e ganhos por ação foram até 28% maiores que nas companhias com empregados com baixo engajamento.

Fonte: Pulp & Paper International. Where can we find a new competitive edge? June. 2010. p. 23.

B&A recicla lixo eletrônico

A Bachmann & Associados, fiel aos compromissos com a sustentabilidade,  entregou ao Instituto Brasileiro de Ecotecnologia (BIET) um desktop e quatro monitores de computador para reciclagem. O BIET (www.biet.org.br) é uma sociedade sem fins lucrativos que tem como finalidade “defender o meio ambiente pela promoção de ações sócio-educacionais, de estudos ou pesquisas e de desenvolvimento regional e humano, preferencialmente autossustentáveis e necessariamente relacionadas com a reutilização, a reciclagem ou a destruição e disposição final, sem causar poluição ambiental, de resí­duos da indústria mineral e de partes, pelos, componentes ou resíduos de equipamentos de informática, incluí­dos os aparelhos eletrodomésticos e eletroeletrônicos (e-lixo)”.

Post de jan/11 ajustado em set/23.

Benefício de educação em idiomas

Depois de três anos de implantação de seu programa de desenvolvimento de idiomas, a Hatch, identificou a necessidade de corrigir alguns aspectos e, para isso, realizou uma pesquisa de benchmarking com 13 empresas de vários segmentos, portes e nacionalidade. Em relação ao subsídio dado pelas empresas aos funcionários para cursos de idiomas, quase metade custeia 50% do curso. Veja os percentuais:

  • Subsídio até 50%: 42% das empresas consultadas
  • Subsídio de 51% até 60%: 3% das empresas consultadas
  • Subsídio de 61% até 70%: 16% das empresas consultadas
  • Subsídio de 71% até 80%: 23% das empresas consultadas
  • Subsídio de 81% até 90%: 6% das empresas consultadas
  • Subsídio de 91% até100%: 10% das empresas consultadas

Ainda com relação aos subsídios, a pesquisa detalhou as regras para sua concessão:

  • O subsídio é oferecido até que o colaborador atinja um nível desejado/pré-estabelecido de acordo com a descrição de cargo;
  • O subsídio é oferecido apenas por um número determinado de anos;
  • Existe um limite máximo de valor a ser subsidiado;
  • Cada gestor recebe um valor anual para investir na sua equipe em desenvolvimento de idiomas. Cabe a ele definir quais são os colaboradores assim como suas respectivas porcentagens subsidiadas.
  • Quanto maior o nível atual do idioma do colaborador, maior o subsídio;
  • Quanto maior o salário, menor o subsídio;
  • O subsídio varia de acordo com o resultado apresentado na avaliação de desempenho;
  • O subsídio vai aumentando caso o funcionário tenha ótima assiduidade e performance durante suas aulas.

Fonte: Revista Melhor – Gestão de Pessoas. Ano 18, n°275, outubro 2010, p. 24. Ed. segmento.

Post de nov/10 ajustado em set/23.