Worksampling

Para medir a produtividade dos trabalhadores nas Paradas Gerais, a Aracruz utiliza uma estratégia chamada Worksampling. Durante o horário de trabalho, auditores circulam pelas áreas, identificando quantos profissionais estão trabalhando, circulando ou parados, por empresa. O resultado é utilizado nas negociações de contratação, otimizando recursos e melhorando o planejamento. Com base nas estatísticas mostradas pela técnica, a Aracruz é benchmarking em produtividade em Paradas Gerais.

Fonte: Aracruz em revista. Ano 16 – nº 184, julho de 2008. Recorde na PG, p. 4.

Retenção 90 dias – Um desafio para as empresas

Você sabia que…
a Retenção 90 dias média das empresas paranaenses em 2012 foi de 82,7%, um resultado que pode ser considerado baixo?

o setor de transporte teve uma Retenção 90 dias de apenas 73,2%, resultado pouco inferior ao dos hospitais (76,0%)?

as empresas fabricantes de veículos e as sistemistas alcançaram Retenção 90 dias média de 97,0%, representando um benchmark para os demais setores?

aproximadamente 77% das organizações apresentaram retenção inferior a 95% nos primeiros 90 dias da contratação?

Fonte: 5º Benchmarking Paranaense de RH.

Participe gratuitamente da nova edição, ligando para 41 3324-5336 ou indicadores@bachmann.com.br

Performance em resultados e em valores

A BT, gigante britânica de telecomunicações, implementou um sistema de gestão da performance que analisa os funcionários em duas dimensões: quanto atingem de objetivos individuais de desempenho e os valores e comportamentos que apresentam para chegar aos resultados. As taxas combinadas influenciam a remuneração variável do gestor.

Fonte: Revista HSM Management. Maio/junho 2012. p. 107.

Tempo de treinamento

A pesquisa Informal learning revela que nos EUA, nas empresas consideradas benchmarks, cada colaborador recebeu 52 horas de treinamento em 2010 (47 horas em 2009). A pesquisa também conta que as despesas diretas com treinamento, em 2010, representaram 2,7% da folha de pagamento (2,2% em 2009).

Fonte: Revista Melhor – Gestão de Pessoas, ano 19, janeiro de 2012. Ed. Segmento, p. 44.

Erros da folha de pagamento – Benchmark

Um levantamento feito em agosto de 2010 pela consultoria Aberdeen, que destacou as empresas de melhor desempenho com base em 3 indicadores, concluiu que as empresas do grupo de melhor desempenho (20% da amostra) apresentava uma taxa de erros de 0,5% no processamento da folha de pagamento padrão.

Fonte: Aberdeen Group. Workforce Analytics: Key to Aligning People to Business Strategy. June 2011. p. 9.

Indicador como ferramenta de alinhamento e motivação

Um exemplo antigo, mas didático.

É o caso do CIEP Glauber Rocha, da rede municipal do Rio de Janeiro, que cravou 8,5 no IDEB, ficando no topo do ranking estadual e em segundo lugar na comparação nacional. Situada numa área vizinha a um reduto do tráfico, lugar onde as taxas de homicídio superam em vinte vezes a média da Zona Sul carioca, a escola se tornou um oásis do bom ensino (algo que alardeia fixando a nota do IDEB nas paredes) por meio de uma cartilha simples, mas certeira. Engaja os pais na vida escolar, cultiva a leitura, tem um currículo bem organizado, um quadro de mestres longevo e uma diretora, Ioliris Paes Alves, 47 anos, que está no comando há dezessete. “A equipe inteira, do pessoal da limpeza à coordenação, vive motivada com a ideia de subir no ranking”, diz a diretora.
Fonte: Revista Veja. Agosto 2012. p. 98 e 99.

Post de jan/14, ajustado em set/23.

No que treinar?

A pesquisa “O Retrato do treinamento no Brasil 2013” mostrou que são cinco os temas que as empresas pesquisadas consideram prioritários para os programas de treinamento:

  • Liderança (80%)
  • Qualidade e/ou atendimento ao cliente (41%)
  • Comunicação (38%)
  • Segurança e/ou treinamento obrigatório (24%)
  • Tecnologia da informação (19%).

A pesquisa registrou, ainda, que 84% dos colaboradores participaram de programas formais de Treinamento e Desenvolvimento (T&D). A relação entre investimento em T&D e o faturamento das organizações pesquisadas mostrou um índice médio de 0,8%. Segundo Alfredo Castro, da MOT, o aceitável seria entre 1% e 1,5%.

Fonte: Revista Supermix. Julho-agosto. n° 147. 2013. p. 42.

Desempenho Classe Mundial

Na visão da Fundação Nacional da Qualidade, a expressão Classe Mundial é utilizada para caracterizar que uma empresa está entre as melhores do mundo em gestão organizacional, independentemente de adotar um modelo já conhecido ou criar o seu próprio. São organizações que se destacam pelas suas práticas e respectivos resultados, promovem interna e externamente a reputação da excelência dos produtos e serviços que oferecem, contribuem para a competitividade do País e, de alguma forma, para a melhoria da qualidade de vida da sociedade.

Segundo Oskar Olofsson, especialista sueco em Seis Sigma e Lean Manufacturing, o nível de desempenho das empresas de classe mundial é:

Medida de desempenho                                Classe Mundial

Rejeições devido à qualidade (por milhão)           -500

Tempo de setup time                                            -10 min

Capacidade utilizada                                                -90%

Perdas por interrupções                                             -1%

Produção dentro da programação                        100%

Fontes:

http://www.fnq.org.br/site/415/DesktopDefault.aspx?PageID=415 em 12.01.12.

http://www.articlesbase.com/management-articles/world-class-manufacturing-benchmarks-894975.html# em 19.06.12.

Curso – Indicadores de RH como Ferramenta de Gestão

21 de novembro de 2013, em Blumenau

28 de novembro de 2013, em Curitiba

Saiba como usar indicadores para melhores resultados na gestão de pessoas.

Objetivos

• Apresentar os indicadores como ferramenta de apoio à gestão de recursos humanos, esclarecer os conceitos envolvidos nas métricas clássicas de RH, como: rotatividade, absenteísmo, retenção, etc. e destacar os cuidados na análise e no uso prático das métricas.

Benefícios

Ao término da capacitação, os participantes devem ser capazes de:

• Selecionar as métricas mais úteis para a gestão de recursos humanos.

• Calcular os indicadores tradicionais de recursos humanos.

• Analisar os resultados dos indicadores.

• Entender a correlação entre os indicadores de RH e outros parâmetros do negócio.

• Estabelecer metas que tragam melhores resultados para a organização.

Público alvo:

• Este curso é dirigido aos profissionais de gestão de recursos humanos que desejam conhecer e usar indicadores em seu trabalho.

Programa:

  1. 1.     Conceitos relacionados ao uso de indicadores na gestão.
  2. 2.     Indicadores clássicos de RH (Rotatividade, Retenção, Absenteísmo, Horas extras, Terceirização, Índice de treinamento, Diversidade e Taxa de Acidentes).
  3. 3.     Escolha, padronização e uso de indicadores para eficácia na gestão.
  4. 4.     Apresentação dos resultados para melhora da comunicação.
  5. 5.     Uso de informações comparativas (benchmarking).
  6. 6.     Implantação de um sistema de métricas na empresa.

Datas e locais:

Blumenau

21 de novembro de 2013 (quinta-feira) na Sala 1 do INPG

Rua 2 de setembro, 3323 – Itoupava Norte – Blumenau SC

Estacionamento gratuito.

Curitiba

28 de novembro de 2013 (quinta-feira) na Sala VIP da AmCham.

Rua João Marchesini, 139 – Prado Velho – Curitiba PR Como chegar

Estacionamento terceirizado Estapar (R$15,00 a diária).

Horário: 8:30h às 17:30h, com intervalo para almoço das 12 às 13 horas.

Investimento: R$ 750,00 (almoço incluso).

– Desconto de 10% para associados da ABRH, do SINDIMETAL, do SINPACEL, do INPG ou da AmCham. Desconto especial para grupos.

– A cobrança será feita por meio de boleto bancário e serão fornecidos nota fiscal de prestação de serviços e certificado para os participantes.

– Os custos de material, almoço e coffee break estão inclusos na inscrição.

– Vagas limitadas.

– A Bachmann & Associados se reserva no direito de cancelar o curso caso não haja um número suficiente de inscrições.

Informações e inscrições:

41 3324-5336 ou solicite a ficha de inscrição pelo
e-mail: atendimento@bachmann.com.br

Instrutor: Dórian L. Bachmann

Engenheiro Químico pela Universidade Federal do Paraná, Pós-Graduado em Engenharia de Processamento de Petróleo, MBAs em Gestão de Negócios e Marketing pela COPPEAD/RJ e em Gestão de Negócios e Tecnologia da Informação pelo ISAE/FGV. Foi gerente geral da Unidade de Negócio da Industrialização do Xisto, da Petrobras. É sócio e diretor técnico da Bachmann & Associados. Coordena projetos de benchmarking competitivo em diversos setores e o Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos.

Conheça outros cursos da Bachmann & Associados:

  • Benchmarking como Ferramenta de Gestão.
  • O Uso de Indicadores na Gestão de Negócios.

Nossos cursos podem ser fornecidos in company.

Rua Desembargador Motta, 1499 . Conj. 501 . Batel . 80420-164 . Curitiba . Paraná . Brasil . Fone: (41) 3324-5336