Não é que o R$1,99 funciona?

 

PreçoPor conta da recente lei que exige que os postos de combustível no Paraná apresentem seus preços com duas casas decimais, e para comprovar que não somos racionais no trato com os números, reproduzimos texto da Revista Veja:

O truque funciona

O expediente parece tão simples, todo mundo conhece, mas um estudo feito recentemente nos Estados Unidos comprova que o consumidor de fato se sente beneficiado diante do falso desconto do nove – aquele que se vê nas lojas para vender produtos a 4,99 ou 9,99 reais. A pesquisa concluiu que a estratégia funciona não apenas para valores quebrados nos centavos mas também para preços inteiros terminados em nove, como 39 ou 49. Os pesquisadores americanos produziram e distribuíram três versões de um mesmo catálogo de produtos— com o detalhe de que um dos itens apresentava, em cada versão do prospecto, preço diferente (44, 49 e 54 dólares). O resultado foi que os “clientes” que receberam o catálogo com o preço de 49 dólares fizeram 50% mais pedidos do produto.

Fonte: Revista Veja, 19 de janeiro de 2000. p. 126.

 

 

Tenho o resultado. E agora?

Medida

O valor isolado de um indicador tem pouca ou nenhuma utilidade. Na prática, o beneficio depende de uma de três alternativas:

  1. Sua comparação com uma meta.

A comparação do resultado de um indicador com uma meta estabelecida permite determinar a diferença entre a performance obtida e a pretendida ou desejada. Essa diferença normalmente é conhecida como desvio ou gap de desempenho.

  1. Sua comparação com valores históricos.

A comparação com os valores que o mesmo indicador alcançou nas medições anteriores permite avaliar se está havendo uma melhora nos resultados e se a tendência é de redução, crescimento ou estabilidade. Esta informação é importante para permitir uma avaliação da eficácia das ações realizadas.

  1. Sua comparação com algum referencial de excelência.

A comparação dos resultados com referenciais de excelência (benchmarks) é útil por identificar gaps  que representam oportunidades de melhoria.

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A Falácia de Mc Namara

imagesA primeira etapa é medir qualquer coisa que possa ser facilmente medida.

A segunda etapa é abandonar o que não pode ser medido ou dar ao que não pode ser medido um valor quantitativo arbitrário.

A terceira etapa é presumir que o que não pode ser medido com facilidade na realidade não pode ser muito importante.

A quarta etapa é afirmar que o que não pode facilmente ser medido, na realidade não existe.

Daniel Yankelovitch 1994.

Boas práticas – Pessoas com Deficiência

PCD

A TBA adota uma meta mensal de entrevistas de deficientes, para aumentar a inclusão ao máximo [1].

O Programa Unilever de Indicação de Pessoas com Deficiência é um plano alternativo ao programa de recrutamento convencional. Nele, os funcionários podem indicar pessoas com deficiência física para trabalhar na companhia, com o objetivo de mobilizar os funcionários sobre o tema [2].

Fontes:

[1] – Revista Melhor – Gestão de Pessoas. Agosto de 2011. p. 142.

[2] – Revista Melhor – Gestão de pessoas. Setembro de 2014. p. 35.