Um desafio para o RH

Capa do livro "Indicadores de RH como Ferramenta de Gestão"

Segundo Robert Kaplan e David Norton, criadores do Balanced Scorecard (BSC), apenas 5% dos funcionários compreendem plenamente a estratégia da empresa e a contribuição que se espera de cada um para o alcance dos objetivos organizacionais [1].

Você sabia que os indicadores são uma excelente ferramenta para comunicar a estratégia e alinhar as expectativas dos colaboradores?

O livro Indicadores de RH como Ferramenta de Gestão: obtendo e comunicando resultados é um verdadeiro manual prático para quem deseja utilizar indicadores de forma eficaz na gestão de pessoas.

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Referência

1. KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. Mapas estratégicos: convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

POST260924 de jul/26

No Face em 7.7.23, no reencaminhamento do post de lançamento do IndiRH.

GLSomosRH em 1º.8.24 – aguarda

Face em 7.2.25 (c/ imagem Capa IndiRH)

Face em 18.10.24, 18.2.26 e 26.6.26

LinkedIn em 19.2.25 MELHORADO EM 28.7.26

LinkedIn em 24.9.26 – agendado

PGLRH PGFRH PMKTIndiRH MKTINDIRH

Imagem: Capa do IndiRH com flechas

Lei de Kidlin e os indicadores

Desenho de tesoura cortando uma fita inaugural
Imagem cortesia de Freepik

“Se você escrever um problema de forma clara e específica, terá resolvido metade dele”. — Lei de Kidlin

Eu acredito que a lei de Kidlin também poderia  ser explicitada como:

“Se você escolher os indicadores certos para a gestão de teu processo, terá garantido metade de seu bom desempenho”.

Post261015 de 28.7.26

Uma abordagem prática para escolher indicadores

A escolha dos indicadores deve estar associada ao objetivo do processo e aos seus requisitos mais importantes. Uma maneira prática de identificá-los é imaginar que você precisará se ausentar e deixar a responsabilidade pelo processo com uma pessoa ainda não preparada para essa função.

Se, por exemplo, você é o administrador de uma lanchonete, dirá ao seu substituto temporário: “O principal é atender rápido e não deixar de atender nenhum cliente por falta de produtos; mas evite desperdícios. Sanduíches quentes e batatas fritas com mais de 10 minutos devem ser descartados, pois perdem o sabor e não são seguros para o consumo.”

Essas orientações podem ser facilmente traduzidas em objetivos e requisitos usando uma linguagem mais técnica, como:

  • Entregar rapidamente os pedidos feitos pelos clientes.
  • Evitar a falta de matéria-prima.
  • Preservar a qualidade e a segurança dos produtos.
  • Evitar desperdícios ocasionados por produtos preparados e não consumidos.

De modo geral, escolhemos um ou dois indicadores para cada objetivo ou requisito. Nesse caso, poderíamos utilizar as seguintes métricas:

  • Tempo médio de atendimento – para monitorar o tempo entre o pedido do cliente e a entrega dos produtos.
  • Percentual de pedidos não atendidos (estratificado por causas) – para identificar problemas como falta de matéria-prima, falhas em equipamentos ou insuficiência de mão de obra.
  • Percentual de produtos descartados em relação ao total produzido – para avaliar os desperdícios.

Embora simples, essa abordagem já permite escolher bons indicadores para o negócio.

Com o tempo e a experiência adquirida, o conjunto de indicadores tenderá a ser aprimorado. Por exemplo, pode ser interessante analisar separadamente as perdas de sanduíches e de batatas fritas, caso uma delas passe a representar um desperdício significativo.

Em resumo, escolher indicadores significa colocar foco naquilo que realmente determina a eficácia da gestão. Essa lógica se aplica tanto a uma lanchonete quanto à maioria dos processos produtivos e de negócios.

Existem métodos estruturados para escolher indicadores.Mas, na maioria dos casos, o bom senso já produz excelentes resultados.

Post 241217 de jul/26