Não é que o R$1,99 funciona?

Nossas decisões não são tão racionais como supomos. Entender como os clientes pensam ou reagem a determinadas informações pode trazer benefícios para o negócio.

O truque funciona

O expediente parece tão simples e todo mundo conhece. Um estudo feito nos Estados Unidos comprovou que o consumidor de fato se sente beneficiado diante do falso desconto do nove – aquele usado nas lojas para vender produtos a 4,99 ou 9,99 reais.

A pesquisa concluiu que a estratégia funciona não apenas para valores quebrados nos centavos, mas também para preços inteiros terminados em nove, como 39 ou 49.

Como a pesquisa foi feita

Os pesquisadores americanos produziram e distribuíram três versões de um mesmo catálogo de produtos, com o detalhe de que um dos itens apresentava, em cada versão do prospecto, preço diferente (44, 49 e 54 dólares). O resultado foi que os “clientes” que receberam o catálogo com o preço de 49 dólares fizeram 50% mais pedidos do produto.

Reflexão

Em teu negócio os preços são apresentados racionalmente, de forma arredondada, ou faz uso da psicologia e usam a regra do falso desconto, como os valores terminando em nove?

Nota: Texto reproduzido da Revista Veja, 19 de janeiro de 2000. p. 126.

POST160527 de mai/16, revisado em jun/24

Tenho o resultado. E agora?

O valor isolado de um indicador tem pouca ou nenhuma utilidade. Na prática, o benefício depende de uma de três alternativas:

  1. Sua comparação com uma meta.

A comparação do resultado de um indicador com uma meta estabelecida permite determinar a diferença entre a performance obtida e o pretendida ou desejada. Essa diferença, conhecida como desvio ou gap de desempenho, orienta sobre a necessidade de alguma ação ou ajuste.

  1. Sua comparação com valores históricos.

A comparação com os valores que o mesmo indicador alcançou em momentos anteriores (baseline) permite avaliar se está havendo uma melhora nos resultados e se a tendência é de redução, crescimento ou estabilidade. Esta informação é importante para identificar algum problema e permitir uma avaliação da eficácia das ações tomadas anteriormente.

  1. Sua comparação com algum referencial de excelência.

A comparação dos resultados da métrica com referenciais de excelência (benchmarks) é útil por identificar gaps que representam oportunidades de melhoria.

Deixe sua opinião nos comentários ou nos mande um e-mail: blogrh@bachmann.com.br

Post de mai/16 atualizado em abr/24

A Falácia de Mc Namara

imagesA primeira etapa é medir qualquer coisa que possa ser facilmente medida.

A segunda etapa é abandonar o que não pode ser medido ou dar ao que não pode ser medido um valor quantitativo arbitrário.

A terceira etapa é presumir que o que não pode ser medido com facilidade na realidade não pode ser muito importante.

A quarta etapa é afirmar que o que não pode facilmente ser medido, na realidade não existe.

Daniel Yankelovitch 1994.

Boas práticas – Pessoas com Deficiência

PCD

A TBA adota uma meta mensal de entrevistas de deficientes, para aumentar a inclusão ao máximo [1].

O Programa Unilever de Indicação de Pessoas com Deficiência é um plano alternativo ao programa de recrutamento convencional. Nele, os funcionários podem indicar pessoas com deficiência física para trabalhar na companhia, com o objetivo de mobilizar os funcionários sobre o tema [2].

Fontes:

[1] – Revista Melhor – Gestão de Pessoas. Agosto de 2011. p. 142.

[2] – Revista Melhor – Gestão de pessoas. Setembro de 2014. p. 35.

Reduzindo o Absenteísmo

Faltantes

A preocupação com a falta dos funcionários é constante no Hospital Santa Cruz, de Curitiba PR, segundo Chrystian Renan Barcelos, gerente de pessoas e processos. Com 680 colaboradores, o hospital conseguiu diminuir em 10% sua taxa de absenteísmo através de algumas mudanças na empresa. “Nossos critérios de promoção levam em conta essa questão de ausências. A pessoa com menor índice de faltas e atrasos tem preferência para ser promovida ou assumir um cargo de liderança”, afirma.

O hospital também oferece curso de inglês com subsídio de parte da mensalidade, mas somente para quem não ultrapassar o limite de faltas.

Fonte: http://edinalvaap2.blogspot.com.br Acesso em 24.02.16.

Saiba como usar indicadores para melhorar resultados na gestão de pessoas

CIRH05pic

A B&A está lançando a 5ª turma do curso “Indicadores de RH como Ferramenta de Gestão”.

O curso apresenta os indicadores como ferramenta de apoio à gestão de recursos humanos, esclarece os conceitos envolvidos nas métricas clássicas de RH, como: rotatividade, absenteísmo, retenção, etc. e destaca os cuidados na análise e no uso prático das métricas.

Público alvo:

Profissionais de gestão de recursos humanos que desejam conhecer e usar indicadores em seu trabalho.

Data e local

9 de junho de 2016 (quinta-feira) na Sala ABC da AmCham, em Curitiba.

Inscreva-se: Formulário de inscrição

Saiba mais:  www.bachmann.com.br/website/documents/FolderCIRH05f.pdf ou              41 3324-5336

Risco de Giz

Risco de Giz

Charles Schwab, um pioneiro da indústria do aço nos Estados Unidos, tinha uma aciaria cuja equipe não conseguia produzir o programado. Ele não entendia como uma unidade com um gerente capaz não conseguia obter resultado. O gerente justificou que já havia tentado tudo, de ações de incentivo à ameaças, mas sem sucesso.

Como a conversa com o gerente ocorreu na própria usina, pouco antes do início do turno da noite, Schwab consultou um capataz e soube que aquele turno havia produzido seis bateladas. Sem qualquer comentário, usando um pedaço de giz, ele anotou um grande número seis no piso e saiu.

Quando o pessoal da equipe noturna chegou e viu o número marcado no chão, perguntou seu significado. Na manhã seguinte, andando pela fábrica, Schwab notou que o turno da noite havia apagado o seis e anotado um grande número sete. A equipe do dia, sentindo-se desafiada e entusiasmada, deixou um grande 10 marcado ao final do turno. Logo, a usina problemática se tornou uma das melhores.

De forma simples, rápida, barata e poderosa, Schwab improvisou um painel que permitia aos trabalhadores observarem seu próprio desempenho.

Tornar os resultados mais visíveis para mais pessoas garante mais discussão sobre o que traz sucesso ou não. Rankings e painéis com resultados são uma forma muito eficaz de motivar e promover envolvimento.

Adaptado de “Why Keeping Score Is the Best Way To Get Ahead”. Disponível em: http://blogs.hbr.org/schrage/2010/05/charles-schwab-the-pioneering.html Acesso em 28.08.13.

 

Absenteísmo – Uma boa prática

Absenteísmo

O TransBank concede 20 horas anuais para os colaboradores resolverem problemas pessoais. Devido a essa e outras boas práticas de RH, o banco tem um absenteísmo anual de 1,5%, ante 15% no setor*.

Essa abordagem permite que o empregado faça uma melhor gestão do tempo. Assim, ao invés de usar um “atestado” e faltar um dia, ele faz uso do período necessário para uma consulta ou exame, por exemplo. A relação de confiança também traz benefícios para a empresa.

Fonte: * – HSM Management. Set-out 2013. p. 131.

Escolhendo a meta certa.

Tigre

Você já deve ter lido a história de dois amigos que estavam caminhando na floresta e, de repente, percebem que um tigre corre na direção deles. Os dois começam a fugir e um deles para e coloca um par de tênis. O outro pergunta: Você acha que com o tênis vai conseguir correr mais rápido que o tigre? Ao que o outro responde: Não, mas vou correr mais rápido que você. Do mesmo modo, a escolha do referencial errado muitas vezes leva as organizações a serem engolidas pelo mercado. Uma análise mais inteligente e o uso adequado do benchmarking podem contribuir para o ganho de competitividade e rentabilidade.

Serviço: A Bachmann & Associados pode ajudar a escolher os indicadores mais adequados para seu negócio ou seu trabalho de gestão. Consulte-nos pelo e-mail atendimento@bachmann.com.br.